Tricas & Futricas

Caprichado

Por
Da Redação

Muita gente caprichou no extrato e no batom para ficar bonito na foto de posse dos novos concursados da Educação. No Acre, a SEE ainda continua sendo uma grande mãezona: segue acolhendo todo mundo.


Por falar…

Por falar em SEE, quem for amigo de Aberson Carvalho não o chame para passar próximo à Fieac. Climão está consolidado. Sesacre vai no mesmo rumo.


Amigo dos amigos

Lançar candidatura entre os abastados deixa claro para quem Bocalom governa: para a elite comercial e ruralista. O povo das periferias, que sofre com a falta de água e saneamento em Rio Branco, é o grande excluído desse projeto de “desenvolvimento” de gabinete.


Luz que não chega

Moradores do Ramal do Junqueira, na região do Barro Vermelho, próximo à área da Penal, denunciam que convivem há cerca de sete anos sem energia elétrica. O fornecimento, considerado um direito básico, ainda não alcançou as famílias da localidade. Diante do impasse, a pergunta que fica é: onde foi parar o programa Luz para Todos nessa região?


Visto na Estrada do Mutum

As buscas por um idoso desaparecido entraram no terceiro dia na Estrada do Mutum. Até o momento, não há informações sobre o paradeiro da vítima, o que aumenta a angústia de familiares e moradores da região, que cobram mais agilidade e reforço nas operações.


Olha o Flash!

Contam as más línguas que o senador Márcio Bittar (PL) e o deputado Coronel Ulysses, que participam da caminhada pela Liberdade com Nikolas Ferreira — maldosamente apelidada de Nicole —, correm apenas os 60 segundos necessários para fazer um story no Instagram. Oh povo maldoso!



Cacau

A cacauicultura virou ativo estratégico do Acre ao unir renda, floresta em pé e política pública continuada. Diferencial do Estado está menos no volume e mais no modelo sustentável, algo ainda raro no país.


Um novo momento

Seagri tem que fazer bem as contas. Fazer e refazer. Diz ter entre R$ 8 e R$ 10 milhões para aplicar na cadeia produtiva do cacau. Na verdade, vai construir tudo do início. As experiências que existem são pontuais, artesanais, desarticuladas de uma política pública.


Nada

O cacau no Acre pode ser mais um exemplo que demonstra a máxima do setor produtivo por aqui: o valor de ser pequeno. Quanto menor; quanto mais exclusivo; tanto mais caro. Uma cadeia produtiva verticalizada: do plantio ao chocolate, associado ao Turismo.


Risco

É uma alternativa. Querer investir no cacau de cultivo sem infraestrutura, sem rede de cerealistas para comercialização, sem capital instalado é um investimento de alto risco. O cacau pode ser compreendido como mais uma alternativa produtiva às comunidades.


Camelí?

Passou despercebida a indicação de assento da vice-governadora na reunião com os representantes da cadeia produtiva do café. Estava escrito “Mailza Assis Cameli”. Nem a assessoria soube explicar o porquê do novo nome da pré-candidata.


Pré-campanha do grossão

Falando em balançar, nesta pré-campanha ele maromba o tempo todo, cresceu e está todo grosso. Para lá e para cá, em 2026 a coisa vem dura por aí…


Amazônia

O bônus financeiro para propostas da Amazônia Legal na Bolsa Funarte corrige, ainda que parcialmente, desigualdades históricas de acesso. É política afirmativa disfarçada de edital técnico.


Funarte

O guia de perguntas frequentes revela um esforço de transparência que nem sempre acompanha editais culturais federais. Menos ruído burocrático significa mais chance de participação qualificada.


Mobilidade

A aposta na circulação internacional mostra mudança de foco: não é só produzir arte, mas posicioná-la globalmente. Falta, porém, medir o retorno simbólico e econômico dessas viagens.


Técnica

A exigência de carta-convite no edital da Funarte privilegia quem já tem rede internacional ativa. Artistas iniciantes continuam em desvantagem estrutural, mesmo com fomento disponível.


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Da Redação