O presidente Donald Trump, só pensa numa: mandar no mundo.
Em sendo, como de fato ainda é, a maior potência mundial: econômica, industrial, tecnológica e militar o futuro do mundo em muito depende do presidente, Donald Trump, dos EUA, mas não apenas dele, afinal de contas, a hegemonia mundial e em grau absoluto, foi e sempre será contestada. Recordemos os impérios: o romano, o russo e o britânico.
A provar que o mandonismo mundial não permanece em poder dos mesmos, ao tempo após a 2ª guerra mundial, os EUA e URSS, surgiram como os dois únicos polos de poder e disto resultou no restou denominado de guerra fria. E por que guerra fria? Porque ao seu tempo, predominava as intimidações e não os disparos das armas.
Presentemente, o poderio mundial encontra-se concentrado nos EUA e na China, e por dispor de um arsenal atômico, igual ou maior que o dos próprios EUA, a Rússia continua sendo bastante temida. Lamentavelmente, e em razão da presença do presidente Donald Trump, dado o seu estilo e suas idiossincrasias, o mundo está vivendo um dos períodos mais perigosos da história da humanidade, isto porque, quem busca a paz não promove guerras, a exemplo do que tem feito o próprio presidente Donald Trump.
Como todo megalomaníaco, o propósito trumpista, o de fazer a América Grande Novamente, independente dos interesses dos demais países, embora não saibamos no que irá resultar. decerto só se tem uma cosa: as suas intenções não irão se materializar, e isto pela simples razão: nacionalismo por nacionalismo, todos os países do mundo pregam este sentimento.
Em relação à invasão da Venezuela e ao sequestrar o seu presidente, Nicolas Maduro, por mais inconveniente que o mesmo tenha sido para os próprios venezuelanos e de se manter no poder via fraude eleitoral ainda assim, o presidente Donald Trump não poderia desrespeitar o mais sagrado entre todos os direitos internacionais, o da auto independência dos povos.
A esta altura do campeonato o que deverá estar pensando os povos do Canal do Panamá, da Groelândia e do Canadá caso o dito cujo, Donald Trump vier pôr em ação as suas intenções de controlar os seus territórios?
Se não a curtíssimo, mas à longo prazo, os EUA precisam ir se preparando para conviver num mundo em que, em suas transações comerciais os países irão utilizar outras moedas e não apenas o dólar porquanto esta hegemonia está com seus dias contados.
Presentemente a China já na condição de superpotência mundial em suas transações comerciais já utiliza o Yuan e a Rússia o rubro. Para os EUA, pior coisa não poderia acontecer até porque em perdendo a hegemonia de sua moeda, outros países irão seguir o mesmo caminho.








