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Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come, o dilema de Mailza no jogo do poder

Foto: Felipe Freire/Secom

A vice-governadora Mailza Assis, foto, que disputará o governo na eleição deste ano, vive aquela situação de se ficar o bicho pega, se ficar o bicho come. Se o STJ não atrapalhar o seu plano, uma das vagas para o Senado na sua chapa terá o governador Gladson Cameli de candidato. A partir deste cenário é que começa a zona da confusão. Disputam a candidatura da segunda vaga na chapa o senador Sérgio Petecão (PSD), a médica Jéssica Sales (MDB) e o senador Márcio Bittar (PL). Tem simpatia e gratidão pelo Petecão, sentimentos já manifestados publicamente. Mas o colocando na chapa, perde o apoio do MDB, que sonha com a Jéssica candidata do grupo. O MDB não vai apoiar a Mailza pelos cabelos louros e olhos azuis que não possui. Se apoiar a Jéssica perde o apoio do amigo Petecão. E perderá a oportunidade de ter o senador Márcio Bittar (PL) na sua chapa, sem a sua participação como candidato a senador. Como é uma vaga disputada por três partidos e seus candidatos, dois vão dançar na maionese e devem abrir defecção. Terceira colocada nas pesquisas, Mailza pela primeira vez vai às urnas. Foi senadora, é vice-governadora, e será governadora em abril, sem nunca ter sido votada de forma individual. Aos cargos que chegou foi por ser suplente e será governadora por ser vice, pelo afastamento do governador Gladson Cameli para disputar o Senado, em abril. Mas isso não a diminui, sempre tem a primeira vez. Mas, a vice-governadora Mailza Assis não se mostra preocupada com este jogo embaralhado, está fora do estado curtindo uma longa lua de mel. O amor é lindo.


ACABOU A DÚVIDA


O prefeito Tião Bocalom (PL) marcou para a próxima segunda-feira o anúncio oficial de que será candidato ao governo. Com isso, ele embaralha o jogo e acaba com a dúvida dos que achavam que estava blefando. O Boca é ousado, quando toma uma decisão não tem pressão que faça retroceder.


NÃO TENHO DÚVIDA


Caso a sua candidatura venha a ser rifada pela direção nacional do PL, como trabalha o senador Márcio Bittar (PL), não vai me surpreender se o prefeito Bocalom disputar o governo por outro partido. Ele é tinhoso.


TUDO MUITO CLARO


Uma coisa está clara nesta confusa situação do PL: o senador Márcio Bittar (PL) não quer a candidatura do prefeito Tião Bocalom ao governo. O seu foco é fazer uma dobradinha com o governador Gladson Cameli na chapa do governo, que deverá ser puxada pela vice-governadora Mailza.


FICARIA ISOLADO


A tese dos aliados do senador Márcio Bittar (PL) é que estando no jogo do Senado com o governador Gladson, na mesma chapa, teria a máquina estatal e os 16 prefeitos do grupo o apoiando na difícil briga da reeleição a mais um mandato de senador. Sem isso, ele ficaria isolado no palanque do prefeito Tião Bocalom (PL).


JÁ DISSE E REPETIU


O governador Gladson Cameli já disse e repetiu várias vezes que o Márcio Bittar terá o seu apoio ao Senado. Não é preciso ser nem um expert em política na aldeia, para saber que o Cameli não morre de amores pelo senador Sérgio Petecão (PSD) e pelo MDB do Vagner Sales e companhia limitada. Mas, como o Cameli costuma dar algumas guinadas na política, é melhor aguardar os fatos.


PACTO DE SILÊNCIO


O senador Márcio Bittar (PL), o governador Gladson Cameli e o senador Alan Rick (Republicanos), parece que fizeram um pacto de silêncio, procurados pelo BLOG, nenhum quis emitir opinião sobre o assunto. Bittar, por exemplo, diz que só falará à imprensa no próximo mês.


É O QUE ROLA


Um boato que rola forte nos bastidores é de que o senador Márcio Bittar (PL) teria proposto entrar na chapa ao Senado do candidato ao governo Alan Rick (Republicanos), caso a atual candidata Mara Rocha (Republicanos) fosse sacada da chapa. Não se pode dizer ser verdade ou inverídica a notícia, porque os senadores Márcio Bittar (PL) e Alan Rick (Republicanos) estão em mutismo. Mas acho difícil sacar a Mara.


PARA A TURMA DO ESPORTE


Nos tempos de redação do jornal O RIO BRANCO, pelo início da década de setenta, ouvi várias vezes o saudoso colega José Chalub Leite comentar que a família que fez a cessão da área do estádio José de Melo, condicionou que a área seria retomada caso deixasse de ser uma praça de esportes. Faço o registro ao ver planos do prefeito Bocalom de negociar com o clube Rio Branco a área. Este é um assunto para a turma mais antiga do esporte pesquisar, como Raimundo Fernandes, Chico Pontes, Manoel Façanha e outros.


VAI TER QUE MEXER


Caso a governadora Mailza Assis não troque algumas peças decorativas do governo ao assumir em abril, não vai ter como defender a mesmice durante a campanha. A luta será política e não há lugar para os tecnocratas.


VELHA HISTÓRIA


É a velha história do Rei morto, Rei posto. Ou seja, quem está no poder é quem dá as cartas. E ela será governadora a partir de abril.


MANDATO COM EQUILÍBRIO


Quem faz um mandato de deputado federal com equilíbrio nas suas posições, é o empresário José Adriano. Não integra nenhuma ala de radicais e vota sempre em projetos pensando no coletivo. Na busca de mecanismos para o aumento do emprego e renda no estado. Vai chegar na campanha com cacife para pedir votos à reeleição.


É PRECISO DESENHAR?


Quando condiciona ter uma conversa com o senador Márcio Bittar (PL) antes de se comprometer com o MDB, fica muito claro que ter o Bittar na chapa é prioritário para o governador Gladson Cameli e seu grupo. É preciso desenhar?


VAI DAR MUITO ROLO


Esse comércio de compra e venda de emendas parlamentares ainda vai deixar muito político enrolado no estado. Os comentários nos bastidores é que vai envolver muito parlamentar. É bom lembrar que é um dinheiro público e não do parlamentar.


AS CONTAS DO BOCALOM


Nas contas do grupo do prefeito Tião Bocalom é ele quem vai para o segundo turno contra o senador Alan Rick (Republicanos); e no segundo turno, a máquina do governo o apoiaria, porque na sua visão, o Alan se elegendo governador não fica ninguém da atual estrutura de poder.


CAVEIRA DE BURRO


Parece que enterraram uma cabeça de burro na Secretaria de Saúde. Nenhum dos secretários que passou pelo comando da pasta até o atual, não conseguiram acabar com a longa fila de pacientes à espera de cirurgia. E todos prometeram zerar a fila.


NÃO MUDA NADA


O senador Sérgio Petecão (PSD) disse ontem ao BLOG que se tiver apoio da Mailza quando assumir o governo ficará agradecido; mas se não tiver, continuará tocando normalmente a sua campanha. “Uma coisa não tem a ver com a outra”, enfatizou.


APOIO DECLARADO


Um prefeito com apoio declarado ao senador Sérgio Petecão (PSD) é Gerlen Diniz, de Sena Madureira. Tem promovido encontros populares importantes para o Petecão, como os que fez nas festividades de fim do ano.


MAIS INTERESSADO


Um dos mais interessados que o prefeito Bocalom dispute o governo é o vice-prefeito Alysson Bestene. Pegaria de cara 2 anos e 9 meses de mandato e poderia disputar a reeleição.


FRASE MARCANTE


“Não basta que todos sejam iguais perante a lei. É preciso que a lei seja igual perante todos”. Salvador Allende.


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