A reação do deputado federal Eduardo Velloso ao jornal O Globo é aquele tipo de situação em que o silêncio defende muito mais. Podem espernear o quanto quiserem; o fato é um só: a fiscalização do STF em relação às emendas parlamentares expõe o que o país é. Escancara.
Em relação à farra dos remédios, é possível claramente fazer a mesma pergunta que o turco fez no leito de morte, rodeado de familiares: “quem está cuidando da lojinha?”
O salto para quase 12 mil voos em 2025 mostra que o Acre deixou de tratar a malha aérea como exceção e passou a vê-la como política pública permanente, sobretudo para saúde e logística.
A inauguração da Defensoria em Epitaciolândia evidencia a interiorização do acesso à Justiça, mas também escancara o quanto regiões fora da capital ficaram décadas desassistidas.
Agora é que Bocalom vai saber quanto custa bajular Bolsonaro. É esperar para ver se o que está mais valorizado para Valdemar Costa Neto é o preço de um senador ou a faixa de acesso ao Palácio Rio Branco.
É disso que se trata. Bocalom dizer que vai chegar à porta do PL nacional com credenciais de “histórico ligado à direita” (mesmo tendo pertencido ao governo do PT) ou de “honestidade” (mesmo tendo no currículo o escândalo da FGB) é quase piada. Já é possível antever Valdemar perguntando a um assessor próximo, entre dentes: “Quem é esse doido?”
Logo para o Valdemar!!!? É honestidade demais, né não, Bocalom?
A exoneração de Jamila Roysal revela como nomeações baseadas em visibilidade digital continuam frágeis diante da pressão pública e do escrutínio sobre critérios técnicos.
No Parque Ipê, os patinetes elétricos seguem voando baixo. O Detran? Esperando o pior para agir.
Criança, idoso, ciclista e patinete dividindo pista. A conta não fecha — é só questão de tempo para o acidente.
O acordo INPI–Suframa tenta reduzir o abismo tecnológico do Norte, mas os baixos índices do Acre mostram que capacitação ainda não virou massa crítica.
A aposta em patentes e indicações geográficas sinaliza uma tentativa de transformar floresta em ativo econômico, evitando que o discurso ambiental vire só retórica.
Os alertas de risco hidrológico no Acre reforçam que cheias já não são eventos raros, mas parte de um novo padrão climático que exige planejamento permanente.
A dependência de aeródromos e rios mostra que, no Acre, estrada não é a única espinha dorsal do desenvolvimento — a logística é multimodal por necessidade.
A inclusão de ao menos dois parques no catálogo nacional de birdwatching projeta o Acre no exterior, mas ainda esbarra na falta de estrutura para receber visitantes em escala. Alô, Gladson! Alô, Mailza!
As novas espécies registradas colocam o Estado no mapa científico global, criando uma chance rara de unir conservação, turismo e renda local de forma estratégica.
Taí! Quem achava que a Mulher do “Jesus na Goiabeira” — Damares — não seria capaz de um gesto de relevância em nome do bem público… se surpreendeu. Ela colocou no ventilador o nome de igrejas protestantes e pastores investigados na CPMI do INSS.
A Defesa Civil de Rio Branco identificou 63 pontos de desmoronamento na capital. O levantamento aponta impacto em mais de 80 bairros, com cerca de 400 famílias em áreas de risco, o que mantém o alerta para novas ocorrências, especialmente no período chuvoso.
A tradicional Casinha do Papai Noel, montada pela Prefeitura de Rio Branco no centro da cidade, foi desmontada. Com isso, chamou atenção a grande quantidade de madeira acumulada na praça. A pergunta que fica é: qual será o destino do material? Reaproveitamento ou descarte como refugo?