A ordem mundial, presentemente, difere daquela que restou estabelecida após o fim da 2ª guerra mundial.
Da sua participação na 2ª guerra mundial, a despeito da sua importância, para além dos EUA, outros países que compuseram a aliança vitoriosa contra o nazismo, a se destacar, o Reino Unido, a França e a URSS, ainda assim, aos EUA couberam, ou lhes foram conferidos os poderes de determinar qual devesse ser a nova ordem mundial.
A despeito da presença de líderes do naipe de um Winston Chuchill, do Reino Unido, do general Charles de Gaulle da França e de Josef Stalin, líder do partido comunista da poderosa URSS, as pretensões do maior tirano que a humanidade conheceu, o manda chuva da Alemanha, Adolf Hitler, acabou tem o fim que fez por merecer.
Lamentavelmente, os super poderes que foram conferidos aos EUA só vieram alimentar as pretensões dos próprios EUA, qual seja, a de se transformarem numa espécie de dono do mundo. Não fosse à discordância da URSS, em relação ao presente, os EUA estariam ainda mais avançados.
Neste particular lembremos a doutrina Monroe enunciada pelo presidente James Monroe no ano de 1823 e o corolário Rooselvelt, este anunciada no ano de 1904, pelo então presidente Theodore Roosevelt.
Presentemente o presidente Donald Trump chegou a imaginar que instituiria a sua própria doutrina. Para tanto, em sua própria campanha eleitoral prometeu o tal “MAGA”, um programa que tinha como objetivo fazer a América Grande Novamente. A propósito, a referida sigla foi tornada púbica e assim expressa: “Make América Great Again”.
Sem se dá conta que a hegemonia mundial dos EUA havia se tornado impraticável, porquanto a China havia se transformada numa potência mundial e o restabelecimento do poder que a própria Rússia havia perdido com o fim da URSS, por certo, as pretensões do próprio Donald Trump não irão se materializar, sobretudo, sem pôr fim aos seus desvarios, entre eles, o de anexar a Groelândia ao território estadunidense, de retomar o controle do canal do Panamá, e sejam só, de fazer do Canadá a 51ª unidade dos próprios EUA.
Nada a favor do ditador Nicolas Maduro, até porque, ele precisava ser afastado do poder na Venezuela, mas jamais pela via do sequestro. Esta foi a razão que levou a maioria dos países do mundo a contestarem as ações do próprio presidente Donald Trump no que diz respeito ao sequestro do próprio Nicolas Mauro.
Por fim: não foi ditadura vigente na Venezuela que motivou o presidente Donald Trump a se insurgir contra o ditador Nicolas Maduro, e sim, o fato de a Venezuela dispor da maior parcela de petróleo do mundo e de cujas reservas os EUA buscam controlar.