Rio Branco encerrou o ano de 2025 com inflação acumulada de 3,27%, índice inferior à média nacional, que fechou em 4,26%. Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com esse resultado, a capital acreana ficou entre as menores taxas de inflação das 16 capitais e regiões metropolitanas pesquisadas pelo instituto. Rio Branco apresentou índice superior apenas ao de São Luís (3,24%) e Campo Grande (3,14%), que registrou a menor inflação do país em 2025.
No ranking nacional, a maior inflação foi registrada na Grande Vitória, com alta acumulada de 4,99%, seguida por Porto Alegre (4,79%) e São Paulo (4,78%). Outras capitais, como Brasília (4,72%), Aracaju (4,49%) e Recife (4,33%), também encerraram o ano com índices acima da média nacional.
Comparativo nacional
Além de Rio Branco, outras capitais apresentaram inflação abaixo do índice brasileiro, entre elas Belém (3,75%), Salvador (3,80%), Curitiba (3,84%), Belo Horizonte (3,97%) e Fortaleza (4,06%).
Os dados revelam uma mudança em relação a 2024, quando São Luís liderou o ranking da inflação, com 6,51%, enquanto Porto Alegre apresentou a menor variação, de 3,57%.
O IPCA mede a variação de preços de uma cesta composta por 377 produtos e serviços consumidos por famílias com renda entre 1 e 40 salários mínimos. Os itens são organizados em nove grupos, como alimentação e bebidas, transportes, habitação, saúde, educação, vestuário e comunicação.
A composição do índice tem como base a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que identifica os hábitos de consumo das famílias brasileiras.


















