O Conjunto Adalberto Sena está explodindo por baixo. São vários pontos de esgoto estourando e sujando as ruas da comunidade. O Saerb precisa verificar o que está acontecendo.
Ainda sobre o que passou sem ter passado… a recorrência das inundações no Acre confirma que eventos extremos deixaram de ser exceção. A resposta do poder público tem sido rápida, mas ainda excessivamente reativa.
A atuação conjunta entre governo federal, cooperativas e sindicatos mostra eficiência na ponta. O modelo funciona bem na emergência, porém carece de institucionalização permanente.
O fortalecimento do SUAS no Estado evidencia o peso da política social em crises climáticas. Municípios seguem dependentes de apoio técnico e financeiro externo para manter a rede ativa.
A Embrapa Acre foi destaque na agência de notícias da estatal. O assunto não poderia ser mais pertinente: o uso da inteligência artificial na identificação recorde de seringueiras na região amazônica.
Caso o pecuarista ou o agricultor se empolgue com o pasto e queira retirar uma castanheira que esteja atrapalhando um capim ou a passagem de uma máquina agrícola, o instrumento pode ser usado para fazer a seguinte pergunta: “Cadê a castanheira que estava aqui?”.
Tchê tem pouco tempo para mostrar resultados práticos do projeto Rotas do Cacau. A ideia não é nova: juntar a verticalização da cadeia produtiva, chegando a produzir chocolates até em comunidades indígenas, consorciando o conjunto ao turismo. Isso em várias regiões do Acre.
O projeto é um acerto. O problema é que Tchê, que será candidato à reeleição a deputado estadual, não terá tempo hábil para executar.
A fala do superintendente do Mapa no Acre sobre a importância de os viveiristas se cadastrarem no Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renasem), para poder participar da cadeia produtiva do café, precisa ser observada com atenção. O viveirista que não estiver nesse registro pode ter as mudas destruídas.
E o Mapa pode fazer isso. Há uma questão econômica e de saúde fitossanitária em jogo. Estar no registro nacional é garantia de padrão de qualidade, podendo a muda até ser rastreada. Essa questão fitossanitária tem sido priorizada pelo Mapa porque tem garantido mercados abertos ao Brasil.
Nada pode colocar a qualidade da saúde em risco nas cadeias produtivas. Essa é a questão. Dá para imaginar quanto dinheiro (público e privado) isso envolve?
Os repasses da Aldir Blanc colocam a execução no centro do debate cultural no Acre. O desafio não é apenas receber recursos, mas transformá-los em políticas duradouras.
O edital da Fapac amplia o alcance da ciência ao dialogar com inclusão social. A efetividade dependerá da capacidade de acompanhamento e entrega dos resultados prometidos.
O programa voltado a mães solo aponta avanço no enfrentamento da vulnerabilidade econômica. A sustentabilidade dessas iniciativas será o verdadeiro teste do projeto.
A valorização da memória ancestral reforça o protagonismo dos povos originários. A experiência mostra que políticas culturais ganham força quando partem do território.
A previsão de chuvas acima da média no Acre exige mais do que alertas. Planejamento urbano e prevenção continuam sendo o elo mais frágil da gestão pública.
A decretação de situação emergencial acelera o acesso a recursos. O risco está na normalização do excepcional como regra administrativa. É o que vem acontecendo…
A reposição da umidade do solo favorece a produção, mas o aumento da temperatura impõe novos riscos. O manejo climático passa a ser decisivo para a safra acreana.