A primeira amiga já tinha espalhado por aí que o casal 20 não andava lá essas Coca-Cola toda. O último comentário, feito num grupo de “amigas”, demonstra que ela vai lutar para ficar bem com o cara que tem a caneta. A sobrevivência fala mais alto e os boletos também. Já a relação com a amiga fica para outro episódio, digno de “Dinastia”.
O leitor da coluna já foi informado da gritante diferença entre “medidas de salvaguarda” e “tarifaço”. Pois bem! Qual é a pergunta do leitor comum… um leitor que não é pecuarista nem exportador? A pergunta é: “o preço vai baixar ou não vai no açougue do bairro?”.
Tendo entendido que “medidas de salvaguarda” são legais e estão dentro das regras, o leitor precisa lembrar que são diversos fatores que influenciam o preço. A pergunta pode ser simples, mas a resposta honesta não é. Portanto, quem entende do assunto prefere a cautela.
O que deve ocorrer agora é uma pressão dos exportadores para conseguir embarcar carne para a China. Internamente, no Brasil, o consumo de carne é mais baixo nos primeiros meses do ano. A tendência é que a demanda interna aumente a partir da Copa.
Embargos ambientais, regularização fundiária e pauta do boi. O que a futura governadora entende sobre esses três pontos da agenda do setor agropecuário? Qual estratégia ela tem para isso? 2026 está se desenhando como um ano ainda mais solitário e difícil para o produtor aqui no Acre.
O poder é engraçado. Quando se atende às demandas de aliados (sejam políticos ou empresários), a retórica em torno do líder é uma. Quando os mimos são negados, o lundum vem. E chega com saborosos “venenos de bastidores”. A candidatura de Bocalom ao governo está recheada disso.
O Acre é bom! É bom demais! Te cuida, Edvaldo!
Uma das palavras mais agredidas nos últimos sete anos no noticiário político de toda parte foi “liberdade”. A melhor definição para essa ideia quem ofereceu foi Cecília Meireles, no livro Romanceiro da Inconfidência. Diz ela: “Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda”.
Gladson Cameli deve reunir o alto escalão em diferentes vezes nestes primeiros dias de janeiro para cobrar apoio explícito à candidatura de Mailza Assis ao governo, num movimento típico de ano eleitoral. O recado é direto: quem não fechar com o projeto político pode deixar o cargo antes de abril, quando o governador se afasta para disputar o Senado.
Mas tem gente que vai rodar antes dessa data… Se diz Mailza por fora, mas é Alan por dentro. Como tem X9 em tudo quanto é quanto do governo, eles não passarão. Vão rodar mesmo.
A promessa de autonomia a Mailza para mexer no secretariado contrasta com a tentativa de manter aliados nos cargos durante a campanha. A saída de secretários candidatos abre espaço para mudanças, mas a disputa por controle político da máquina tende a limitar, na prática, a liberdade anunciada.
Bocalom, que não consegue ficar eleição nenhuma sem ser candidato, perderá eleitores no momento em que pressionar servidores ao ponto eletrônico nos feriados de 2026. Já tem gente desistindo de viagens e prometendo “retaliação” na campanha do prefeito.
A captura de Maduro em Caracas gera reações intensas no Acre; parlamentares como Márcio Bittar celebram o fim da tirania, enquanto o governo estadual reforça o alerta na fronteira.
Lideranças do Acre, como o senador Alan Rick, apontam que a prisão do líder venezuelano é um golpe contra o tráfico de drogas transnacional, que utiliza as rotas da região amazônica.
O governador Gladson Cameli confirmou que o Estado está em prontidão para acolher possíveis fluxos migratórios, mantendo o foco na assistência social e na ordem pública nas cidades fronteiriças.
Os 267 trabalhadores dos Correios no Acre seguem temerosos com o plano de reestruturação que prevê o fechamento de mil agências no país, podendo atingir unidades em quatro municípios isolados (Santa Rosa do Purus, Jordão, Marechal Thaumaturgo e Porto Walter). A estatal estima economizar R$ 2,1 bilhões por ano com cortes de pessoal e levantar mais R$ 1,5 bilhão com a venda de imóveis.
Estão dizendo que mais de 1,8 mil trabalhadores da educação devem ser contemplados com a progressão funcional em 2026, incluindo cerca de 460 servidores do concurso de 2014 e efetivos chamados por último nos certames de 2014 e 2019.
Os sindicatos aguardam a prestação de contas do 4º quadrimestre de 2025 para retomar a reestruturação dos 3% da tabela, reivindicação acumulada desde 2022 em duas parcelas de 1,5%. A LOA de 2026 inclui emenda que autoriza revisão geral, do PCCR e reajustes, desde que respeitados os limites da LRF (LC nº 101/2000).
A crise política na Venezuela voltou a trazer à tona, no Acre, os mesmos dilemas de anos anteriores. Em meio ao cenário de instabilidade no país vizinho, a situação tem sido explorada por setores da política local, que tentam usar o tema como instrumento de politicagem em ano eleitoral.
Opositores vêm expondo diariamente ônibus quebrados em vias públicas de Rio Branco, evidenciando a precariedade do transporte coletivo. Diante da situação, eles cobram providências do Ministério Público (MP) e do Tribunal de Contas do Estado (TCE). O problema, vale lembrar, já vem sendo apontado há tempos por vereadores de oposição, sem que medidas efetivas tenham sido adotadas. Para usuários do sistema, a realidade é clara: a empresa Ricco não demonstra condições de operar o transporte público na capital, e o discurso oficial de que o serviço melhorou não se sustenta na prática.
No município do Bujari, moradores do ramal Santa Rita enfrentam dificuldades após a via ter sido parcialmente interditada em razão da cheia de um igarapé, o que tem comprometido o tráfego de veículos e o escoamento da produção rural. A comunidade cobra providências do prefeito Padeiro, diante do impacto direto na mobilidade e na economia local. A insatisfação com a gestão cresce, e os moradores pedem mais ação e menos promessas.