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Eduardo precisa retornar ao Brasil para manter cargo de escrivão na PF

Eduardo Bolsonaro durante entrevista à Reuters em Washington, nos Estados Unidos - Jessica Koscielniak - 14.ago.25/Reuters
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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro precisa retornar ao Brasil para manter o posto de escrivão da Polícia Federal. A função não pode ser desempenhada de maneira remota. Caso não assuma de maneira presencial o cargo, o filho de Jair Bolsonaro será demitido por abandono.


Desde que assumiu o mandato como deputado federal, Eduardo não recebia salário como escrivão. Ele foi afastado do posto de parlamentar no final do ano passado. Para voltar a ter o rendimento como servidor público, ele precisa se apresentar novamente. A remuneração inicial da carreira pública é de R$ 14 mil.

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Em ato declaratório publicado no DOU (Diário Oficial da União) desta sexta-feira (02), a Polícia Federal ordenou o “retorno imediato para fins exclusivamente declaratórios e de regularização da situação formal”.


O filho de Jair Bolsonaro entrou para a Polícia Federal em 2010 como escrivão. Ele está nos Estados Unidos desde março do ano passado, quando se licenciou do mandato na Câmara dos Deputados.


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