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Avião que caiu entre Acre e Rondônia é considerado robusto e estava com documentos válidos

Foto: LazaroEdu/JETPHOTOS
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O avião de médio porte envolvido no acidente registrado na tarde deste sábado (20), nas proximidades da BR-364, no distrito de Vila Extrema, na divisa entre o Acre e Rondônia, é um Hawker Beechcraft B200GT, de fabricação norte-americana, conforme dados do Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Entenda:  Avião de médio porte explode após pouso de emergência na divisa entre Acre e Rondônia

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A aeronave, de matrícula PS-GAC, pertence à categoria de aviões turboélice bimotor, amplamente utilizada para transporte executivo e operações privadas. O modelo B200GT é conhecido pela robustez, autonomia de voo e capacidade de operar em pistas curtas, características comuns em regiões de difícil acesso, como a Amazônia Legal.

De acordo com a Anac, o avião encontra-se com situação de aeronavegabilidade normal, possuindo Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) válido até 13 de junho de 2026. O tipo de certificado de aeronavegabilidade é o padrão, o que indica que a aeronave atende aos requisitos técnicos e operacionais exigidos pela legislação brasileira para voo.

Ainda segundo o registro oficial, o PS-GAC está autorizado a realizar voos por instrumentos (IFR), inclusive no período noturno, o que amplia sua capacidade operacional em condições meteorológicas adversas ou de baixa visibilidade. Não há registro de gravames ou pendências financeiras vinculadas à aeronave.

O operador registrado é a empresa Crescit Multi Investments e Aviation Solutions Ltda., de natureza privada. A Anac informa que a aeronave não possui autorização para operação comercial regular, táxi aéreo ou serviço aéreo especializado, conforme os regulamentos RBAC nº 121 e nº 135, sendo, portanto, destinada exclusivamente a operações privadas.

Apesar de toda a documentação estar em conformidade com as exigências legais, as circunstâncias do acidente ainda serão apuradas pelos órgãos competentes. As investigações devem analisar possíveis falhas mecânicas, condições operacionais e demais fatores que possam ter contribuído para o pouso forçado e a posterior explosão da aeronave.

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