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Tecnologia inédita da FAB promete reduzir custos e ampliar durabilidade de pistas na Amazônia

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A Força Aérea Brasileira (FAB) testou, em novembro, uma tecnologia inédita para a construção de pistas de pouso em regiões remotas da Amazônia. Unidades do Sistema de Engenharia da Aeronáutica (Siseng) executaram um trecho experimental de pavimento aeroportuário com o uso do Engineered Cementitious Composite (ECC), material cimentício reforçado por fibras que dispensa pedra brita, reduz a espessura do pavimento e oferece alta resistência à fissuração e maior durabilidade.

O experimento foi realizado no Destacamento de Apoio da Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (Comara), em Moura, no município de Barcelos (AM), com a participação do Centro de Estudos e Projetos de Engenharia da Aeronáutica (Cepe).

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Segundo a FAB, a iniciativa busca enfrentar desafios logísticos extremos, como os da construção da nova pista do Aeródromo de Querari, na fronteira noroeste do país. Na região, o acesso fluvial é possível apenas até Iauaretê (AM), tornando o transporte aéreo essencial para levar pessoal, equipamentos e insumos, o que eleva custos e complexidade das obras.

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