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Desafio

A terceirização dos mercados municipais e de outros espaços públicos promete despertar debates nas próximas semanas. A proposta, que deve enfrentar resistência inicial, surge como possível alternativa para melhorar a prestação de serviços. Afinal, muitos desses locais estão abandonados, literalmente entregues às baratas. O desafio será evitar repetir modelos malsucedidos de concessão — e o exemplo do Shopping Aquiri.


Capital

Rio Branco reafirma sua imagem de capital com custo de vida baixo, onde moradia, transporte e serviços seguem abaixo da média nacional. O metro quadrado mais barato do Norte impulsiona novos moradores e aquece investimentos locais. É o que dizem por aí. Mas… será?


Moradia

Terrenos amplos, menor densidade urbana e IPTU leve mantêm os preços de compra e aluguel entre os mais acessíveis do país. A oferta equilibrada de imóveis amplia a competitividade e sustenta o atrativo econômico da capital acreana.


Risco no trânsito

A cabeceira da Ponte São Francisco volta a ser motivo de preocupação. Com rachaduras visíveis e um buraco cada vez maior, a estrutura já causa prejuízo à suspensão dos veículos e irritação nos motoristas que dependem da ponte diariamente. Moradores cobram agilidade e reclamam da demora na manutenção. Alô, Emurb: problemas simples também merecem solução antes de virarem grandes transtornos.


Indígena

O MPF pressiona o Governo do Acre e três municípios a aderirem ao Novo PAR para garantir escolas, transporte e professores indígenas. A omissão pode barrar recursos federais e virar ação judicial.


Planejamento

A demora na adesão ao Novo PAR revela como políticas essenciais esbarram em burocracia local. Sem diagnóstico e planejamento, o Acre arrisca perder recursos justamente onde mais precisa.


Especialistas

Cinco médicos de programa federal reforçam o SUS no Acre, enquanto o país bate meta com 577 especialistas. O desafio é transformar reforço emergencial em estrutura permanente.


Formação

Os cursos de aprimoramento do Mais Médicos Especialistas mostram que o país ainda depende de reciclagem acelerada para suprir carências históricas. A Amazônia Legal segue como prioridade crítica.


Elegância!

Nos corredores da Câmara Municipal, o comentário que tem circulado é a mudança estética do chefe da Casa Civil do governo, o “Danadão”. Depois de emagrecer, as moçoilas dizem que ele “virou um gato” e anda arrancando suspiros por onde passa. Há até quem jure que as solicitações nas redes sociais aumentaram. A política acreana segue rendendo histórias — até as que não aparecem no Diário Oficial.


Cultura

O passeio dos alunos de Acrelândia na capital mostrou que inclusão cultural custa pouco, mas transforma muito. A viagem que parecia “loucura” virou lição sobre o impacto de oportunidades básicas.



Rock

Para dezenas de estudantes, descobrir bandas acreanas foi tão novo quanto visitar um shopping pela primeira vez. O rock serviu mais como porta de entrada para o mundo do que como gênero musical.


Palmas

O MPAC recebeu ontem o Selo Ouro “Respeito e Inclusão no Combate ao Feminicídio”, concedido pela Corregedoria Nacional. Essa conquista é resultado de um trabalho comprometido com o fortalecimento de políticas institucionais de prevenção ao feminicídio, desde a capacitação de integrantes da instituição até a criação de fluxos de atendimentos mais humanos e eficazes. O procurador-chefe do MPAC, Danilo Lovisaro, é só alegria.


Entrelinhas

Se o leitor reparar bem, nas entrelinhas da entrevista do prefeito de Xapuri, Maxuel Maia, tem alfinetadas boas, em gente que está ao lado dele, do mesmo campo político. A postura dele é lógica e com plena consciência da responsabilidade do cargo que ocupa.


Justiça

Um detalhe do bastidor da entrevista. Tratando das dificuldades do trabalho em uma prefeitura, ele foi justo: “Eu ainda não fui com uma demanda ao gabinete do governador para não ser atendido de alguma forma”.


Exemplo

E exemplificou: dos 1,8 mil quilômetros de ramais de Xapuri, nesse primeiro ano do mandato, foram feitos 500 quilômetros de beneficiamento. Menos de um terço. E só foi feita essa quantidade por conta da parceria com o Deracre.


Explodem

Independente de quem seja o presidente, sem o apoio do Deracre, esses municípios explodem. Há prefeitos que choram mais, outros menos. Mas o fato é que todos têm, em alguma medida, apoio do Deracre, atrás da diretora-presidente Sula Ximenes.


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