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Alernilson diz que prisão de Bolsonaro é “vingança” e Edvaldo rebate: “consequência”

Fotos: Sérgio Vale
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A prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro repercutiu durante a sessão desta terça-feira, 25, na Assembleia Legislativa. O deputado Arlenilson Cunha (PL), usou a tribuna da Casa para sair em sua defesa para repudiar o ato.

“Fica aqui o nosso repúdio, eu não posso deixar aqui de manifestar. Um exagero, algo que viola e para mim é um ataque ao estado democrático de direito, primeiro porque Bolsonaro estava em casa. Hoje Bolsonaro é um homem debilitado, o homem que já tinha todo um aparato em toda sua casa, o que fica claro é uma verdadeira e implacável perseguição política. Isso não é justiça, é uma vingança”, defendeu.

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Após a fala do parlamentar do PL, o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) também subiu a tribuna e fez uma analogia rebatendo o parlamentar, que é Policial Penal e já foi presidente do Iapen. “Eu compreendo o papel que a vossa excelência vem cumprir aqui por uma exigência partidária. O vosso coração deve estar também dilacerado, porque um policial penal, como vossa excelência, que já foi diretor do nosso sistema penitenciário, dizer que quem cumpre prisão domiciliar monitorado e que tenta romper com aquele instrumento que permite que ele seja um prisioneiro domiciliar. Se isso não, é. É crime, e que isso tem como consequência a suspensão da regalia, aí fica difícil, você imagina se o senhor pudesse defender isso para todos os monitorados do estado do Acre? Olha moçada, pode cortar toda a janela que você não vai voltar como o presidente, imagina o problema que a gente tinha feito, primeiro de superlotação, já dá superlotação, poucos policiais penais, nem uma cota de tantos que estão fora, pois eu vou pra ele, a única observação que eu faço é de que a prisão é apenas a consequência do crime cometido”, disse.

Magalhães lembrou que o efeito disse não é a tentativa apenas do rompimento da tornozeleira, mas também o fato do ex-presidente ter sido condenado por participar de uma trama de golpe e também a arquitetação de assassinado do atual presidente Lula, o vice Geraldo Alckmin, e o ministro Alexandre de Moraes.

Arlenilson ouviu toda a manifestação do deputado comunista e ficou calado, sem pedir a parte.

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