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Baile da Consciência Negra reúne arte, debate e identidade na Casa do Hip Hop Aquiry

Por
Terezinha Moreira

O Centro Acreano de Hip Hop promove, no dia 22 de novembro, o Baile da Consciência Negra, uma celebração que une cultura, memória, reflexão e resistência. O evento, aberto ao público, acontece na Casa do Hip Hop Aquiry, a partir das 16h, com entrada simbólica mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível ou material de limpeza.

A programação integra diferentes expressões da cultura preta e periférica, reforçando a importância do 20 de Novembro como marco de luta e afirmação.

Programação
Palestra – Educação e Identidade Negra

A abertura fica por conta de Joana Marques de Lima Saar Xavier, especialista em Educação para as Relações Étnico-Raciais. Professora, integrante da Unegro/AC e membro consultivo da Comissão de Igualdade Racial da OAB/AC, Joana abordará temas fundamentais ligados ao Dia da Consciência Negra e aos desafios ainda enfrentados pela população negra.

Shows Musicais

A noite segue com apresentações que misturam ancestralidade, força e trajetória dentro da música acreana:

Guta Rio e Banda — com uma performance marcada por tambores, identidade e potência vocal;

Banca K12 MCs — grupo com mais de 15 anos de caminhada no rap local;

Lançamento do EP “De Volta ao Jogo”, do grupo ACR, diretamente de Plácido de Castro.

Batalha de Rimas — Seletiva Varadouro

A Peleja dos Freelósofos conduz a seletiva que garantirá quatro vagas para o Festival Varadouro. A promessa é de rimas afiadas e disputas intensas.

DJs, Graffiti e Dança Urbana

Durante todo o baile, DJs comandam a pista com muita Black Music, enquanto artistas realizam graffiti ao vivo, transformando o espaço em um painel de arte urbana. Também haverá dança urbana, resgatando passos que marcam a história do hip-hop.

O Baile da Consciência Negra promete ser um encontro vibrante e significativo, celebrando a cultura preta, a força comunitária e a arte que nasce das ruas. Quem participa contribui não só para o evento, mas para reforçar a memória e o movimento que seguem essenciais na luta por igualdade.

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Terezinha Moreira