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“Deixei de dizer que o amava”, diz mulher sobre o irmão no Dia de Finados

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Moradora de Senador Guiomard, interior do Acre, Neire Castro tem três irmãos e mantém viva uma tradição que repete todos os anos: visitar o túmulo onde estão sepultados os pais e um irmão. Para ela, o Dia de Finados é um momento de reflexão sobre o tempo que viveram juntos e de lembranças do último encontro com cada um deles.

Entre as memórias que mais a tocam está a do irmão Mazinho, que faleceu há 18 anos em um acidente. Ele foi o primeiro a ser sepultado no cemitério São Francisco Xavier. “Não tivemos tempo de nos despedir. Deixei de dizer que o amava”, contou emocionada ao videomaker do ac24horas, Kennedy Santos.

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No Dia de Finados, Neire passa o dia na capela, que prepara com flores e fotos dos familiares. Lá estão as lembranças da mãe, falecida há dois anos; do pai, há doze; e do irmão, há dezoito. Um gesto de amor e saudade que transforma a dor em memória viva.

 

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