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Pará pede GLO para COP 30 e entidades criticam possível militarização do evento

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O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), confirmou nesta quarta-feira (29) que solicitou ao governo federal o decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) durante a COP 30, que será realizada em Belém, de 10 a 21 de novembro. O objetivo é reforçar a segurança pública durante o evento, que deve reunir cerca de 50 mil visitantes, incluindo chefes de Estado e delegações internacionais.

A GLO é um instrumento constitucional que autoriza o uso das Forças Armadas em situações excepcionais, quando as forças estaduais são consideradas insuficientes para manter a ordem. O decreto, emitido pelo presidente da República, concede temporariamente poder de polícia aos militares.

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A chamada Operação Marajoara, coordenada pelo Ministério da Defesa, está em fase de planejamento e deve mobilizar tropas de todo o país, incluindo unidades de contraterrorismo, defesa aérea, cibernética e radiológica, além de veículos blindados e reforço das polícias estaduais e federais.

Movimentos sociais, porém, manifestaram preocupação com o que chamam de “militarização da COP 30”. Em ofício entregue ao Ministério Público Federal, a Cúpula dos Povos e outras entidades pedem que o evento garanta ampla participação da sociedade civil, sem excessos de repressão.

O pedido de GLO será analisado pelo governo federal enquanto as forças de segurança definem os últimos detalhes da logística para a conferência que colocará a Amazônia no centro das discussões climáticas mundiais.

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