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Acre não tem programas próprios de transferência de renda

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Enquanto 20 das 27 unidades da Federação mantêm programas estaduais de transferência de renda, o Acre está entre os sete estados brasileiros que não possuem políticas próprias voltadas para apoio direto a famílias em situação de vulnerabilidade. O dado foi revelado por um levantamento do Poder360 com base em informações de 2024 e 2025, que analisou programas amplos de combate à fome, incentivo à permanência escolar e assistência à infância.

De acordo com o estudo, Goiás lidera o ranking nacional com a maior soma de benefícios, R$ 712 mensais distribuídos por meio de três programas: Mães de Goiás, Bolsa Estudo e Dignidade. Já a Paraíba aparece na outra ponta, com o menor valor mensal, de apenas R$ 50, referente ao Cartão Alimentação.

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No entanto, Acre, Pará, Piauí, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Norte não aparecem na lista de estados com programas ativos de transferência direta de renda. O levantamento considerou apenas iniciativas regulares e de alcance amplo, excluindo ações temporárias ou voltadas a grupos muito específicos.

Em todo o país, os governos estaduais e o Distrito Federal destinam cerca de R$ 6 bilhões por ano a esse tipo de política pública. Bahia, Maranhão e Alagoas são os estados que mais investem, R$ 636 milhões, R$ 600 milhões e R$ 592 milhões anuais, respectivamente.

Com informações do Poder 360

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