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Zé Lopes critica abandono da parte alta de Rio Branco

Foto: Jardy Lopes
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Nesta quarta-feira, 15, na Câmara Municipal de Rio Branco, o vereador Zé Lopes (Republicanos) voltou a criticar o que classificou como “completo abandono” dos bairros localizados na parte alta da capital. O parlamentar afirmou que tem cobrado da Prefeitura providências para resolver problemas de infraestrutura e abastecimento de água nessas comunidades.

“Ontem eu critiquei o completo abandono pela Prefeitura de Rio Branco de todos os bairros da parte alta da cidade. Citei ali uns 11 ou 12 bairros. Desde janeiro, a gente tem 268 indicações só para essa região, principalmente relacionadas a asfalto, tapa-buraco, recapeamento e à questão da água, que é um problema gravíssimo”, destacou.

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Zé Lopes relatou que, no último fim de semana, durante visita ao bairro Vista Linda, moradores relataram dificuldades para conseguir água potável. Segundo ele, um caminhão-pipa estaria cobrando R$ 60 para encher uma caixa d’água de 500 litros. “Ninguém vive sem água. Esse é um problema que a gente está cobrando da Prefeitura desde janeiro”, afirmou.

O vereador também mencionou outras demandas urgentes dos bairros da parte alta, como limpeza pública, coleta de lixo, iluminação e desobstrução de esgotos.

Além das críticas à falta de infraestrutura, Zé Lopes aproveitou a data comemorativa do Dia dos Professores para cobrar valorização da categoria. Ele criticou a ausência de reajuste salarial e a precariedade nas condições de trabalho nas escolas municipais.

“Hoje é um dia muito especial, o Dia dos Professores, e não adianta a gente só colocar card nas redes sociais para homenagear. O que queremos é um compromisso real da Prefeitura de Rio Branco com essa categoria”, afirmou.

O parlamentar lembrou que, em maio, realizou uma blitz em unidades escolares e constatou falta de estrutura básica. “Falta uniforme, material didático, massinha para as crianças, ar-condicionado funcionando. Às vezes, os próprios professores e pais se unem para arrecadar recursos e manter as escolas. Também faltam mediadores. É preciso garantir não só o reajuste, mas condições dignas de trabalho”, concluiu.

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