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Fiéis se preparam para a procissão do Círio de Nazaré em Rio Branco

Foto: Whidy Melo/ac24horas
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Momentos antes do início da tradicional procissão do Círio de Nazaré, em Rio Branco, o clima era de fé e emoção entre os fiéis que se reuniram na tarde deste domingo, 12, em frente à Gameleira, às margens do Rio Acre, no Segundo Distrito da capital.

Os devotos aguardam a chegada da imagem da padroeira, que vem de barco pelas águas do rio. Em seguida, as imagens serão conduzidas em procissão até a Catedral Nossa Senhora de Nazaré, onde está programada a celebração da Missa Solene do Círio.

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Foto: Whidy Melo/ac24horas

Para muitos, a celebração é mais que um evento religioso, é um símbolo de devoção e unidade da comunidade católica acreana. Entre os participantes estava Leandro Siqueira, integrante do ECC, Encontro de Casais com Cristo, que falou sobre o significado da data.

“Desde criança, sempre fui católico. Então hoje é um dia especial para nós, enquanto católicos. O Círio de Nazaré, o Círio que representa a mãe de Jesus Cristo. Então é um momento especial para nós. E eu, enquanto católico, sempre participei desse momento do Círio de Nazaré. No momento, eu e minha esposa estamos com o coordenador geral do SCC e hoje nós estamos representando a equipe do Portal Mariano na Catedral Nossa Senhora de Nazaré. O nosso objetivo enquanto casal do ECC, Encontro de Casais com Cristo, é família, evangelizando famílias e trazendo mais pessoas, fortalecendo a fé nesse dia de hoje, tão importante o Círio de Nazaré”, relatou.

Foto: Whidy Melo/ac24horas

Em entrevista ao repórter, Whidy Melo, do ac24horas, a Dona Maria Raimunda, relatou a sua história de fé a salvação de sua vida e da filha em um afogamento. Com 69 anos, ela contou com simplicidade e emoção a experiência que marcou sua devoção.

“Me sinto muito feliz, muito amada de estar aqui. E me criei até hoje, graças a Deus. Quando tiver vida, eu sou católica. É tudo, é uma felicidade muito grande. Eu sou católica. Meu filho é evangélico, mas eu não vou na cabeça deles, eu vou na minha”, relatou.

Dona Raimunda contou ainda o episódio que considera um milagre de São Francisco. “Há um tempo eu morava no Seringal. Eu ia morrendo afogada com minha filha. Eu me peguei no São Francisco e eu fui salva. Eu tinha uns 25 anos, por aí assim. Hoje eu tenho 69. Se não fosse São Francisco? Ah, eu acho que eu tinha morrido”, pontuou.

A procissão do Círio, uma das maiores manifestações religiosas do Acre, reúne todos os anos milhares de fiéis em demonstrações de fé e agradecimento à Nossa Senhora de Nazaré.

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