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OCB apresenta resultados do cooperativismo acreano a governo e parlamento

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O Sistema OCB/AC recebeu, nesta quinta-feira, 2, na sede da instituição, o secretário de Estado de Governo (Segov), Luiz Calixto, e o presidente da Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo na Assembleia Legislativa do Acre (FRENCOOP), deputado Pedro Longo. O encontro teve como objetivo apresentar a força do cooperativismo acreano e sua contribuição para o desenvolvimento econômico, social, ambiental e cultural do estado.

Cooperativismo em todos os municípios

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Atualmente, o Acre conta com 70 cooperativas ativas e regulares filiadas ao Sistema OCB, reunindo 57.954 cooperados e gerando 924 empregos diretos. O setor movimenta mais de R$ 511 milhões em ingressos e possui R$ 962 milhões em ativos, com sobras superiores a R$ 41 milhões.

O modelo está presente em 100% dos municípios acreanos, abrangendo ramos estratégicos como crédito, saúde, transporte, produção, trabalho, agropecuário, agricultura familiar e extrativismo. Iniciativas como o Complexo Industrial do Café do Juruá, que prevê a produção de 60 mil sacas já em 2026, a Cooperacre, referência nacional na industrialização de castanha e borracha, e a Unimed Rio Branco, com sua rede de saúde, são exemplos de como as cooperativas impulsionam cadeias produtivas locais, geram renda e fortalecem comunidades.

Parceria e fortalecimento do setor

O presidente do Sistema OCB/AC, Valdemiro Rocha, ressaltou o papel estratégico das cooperativas para o Acre:

“O cooperativismo é um instrumento de inclusão socioeconômica que tem demonstrado resultados concretos em diversas áreas, da agricultura familiar à saúde. Nossa missão é ampliar essa rede, em parceria com o governo e o parlamento, para que cada vez mais famílias sejam beneficiadas pelo modelo cooperativo”.

O deputado Pedro Longo, presidente da FRENCOOP na Aleac, também destacou o compromisso do Legislativo em apoiar o setor:

“As cooperativas já são uma realidade que gera empregos e movimenta a economia. Nosso papel é criar um ambiente legal e institucional que potencialize esse trabalho, garantindo que o cooperativismo se consolide como uma política de Estado”.

O secretário de Estado de Governo, Luiz Calixto, reforçou a importância do tema como pauta estratégica para o Acre:

“Foi uma reunião esclarecedora e muito produtiva. O cooperativismo no Acre precisa ser reconhecido e adotado como política pública. Não existe outro caminho para o desenvolvimento das nossas cadeias produtivas que não seja por meio da cooperação”.

Instrumento de desenvolvimento

Com presença marcante em cadeias produtivas estratégicas, o cooperativismo acreano se coloca como um dos principais vetores de desenvolvimento sustentável do estado. A articulação entre sociedade civil, poder público e setor privado tem fortalecido o modelo, ampliando sua capacidade de geração de renda e inclusão social em todas as regiões do Acre.

Texto e fotos: Andréia Oliveira.

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