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EUA “premeditaram” novas sanções para “constranger” Lula, dizem fontes

Presidente dos EUA, Donald Trump • Leon Neal/Pool via REUTERS
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A decisão do governo dos Estados Unidos de anunciar, nesta segunda-feira (22), a aplicação da Lei Magnitsky contra a esposa do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), Viviane Barci, e contra o Instituto LEX, da qual ela e os filhos do magistrado são sócios, foi “premeditada” para, segundo a CNN apurou, constranger o governo brasileiro.

De acordo com relatos feitos à CNN, a documentação já estava pronta desde a semana passada, mas o objetivo foi publicar a medida no dia em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já estivesse em solo americano.

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Lula e sua comitiva desembarcaram nos EUA na noite de domingo (21). Nesta segunda, terá suas primeiras agendas oficiais. Ele participa na terça-feira (23) da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), evento no qual será o primeiro a discursar, seguido pelo presidente Donald Trump.

A CNN apurou que o governo de Trump ainda não concluiu a nova onda de sanções contra o Brasil e autoridades nacionais.

Ainda nesta segunda, ou mais tardar nos próximos dias, devem ser anunciadas novas medidas. Segundo fontes ouvidas pela reportagem, entre as medidas não constam a aplicação da Lei Magnitsky contra outros ministros do STF.

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