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Eduardo Farias critica bancada federal do Acre: “uma vergonha”

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O presidente estadual do PCdoB, Eduardo Farias, eleito neste sábado (20), destacou durante a conferência estadual que a sigla está organizada para os desafios das eleições de 2026. Segundo ele, o encontro encerra o ciclo de conferências municipais e mobiliza a militância em torno das teses do 16º Congresso Nacional do partido, previsto para ocorrer entre 16 e 19 de outubro, em Brasília.

“Essas conferências municipais têm exatamente o papel de movimentar o partido, de emular a militância, de fazer com que as nossas teses cheguem aos municípios e aos locais onde há militantes do PCdoB. Esse papel nós cumprimos. O resultado de ontem, com mais de 300 pessoas aqui na conferência estadual, mostra que o partido respondeu. Estamos prontos para um grande desafio, que pede uma movimentação maior”, afirmou.

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Farias disse ainda que, mesmo com o governo do presidente Lula apresentando avanços, a extrema-direita segue influente no país. “As suas ideias, muitas vezes odiosas e mentirosas, ainda influenciam a população brasileira. Precisamos disputar esse espaço de ideias e armar nossos militantes com argumentos sólidos sobre a realidade nacional e internacional”, acrescentou.

Recondução de Edvaldo e Perpétua como prioridade

O dirigente ressaltou que o partido tem como prioridade a recondução do deputado Edvaldo Magalhães à Assembleia Legislativa e o retorno da deputada Perpétua Almeida à Câmara Federal. “O grande desafio é a recondução do deputado Edvaldo Magalhães à Aleac e também a retomada da deputada Perpétua na Câmara Federal, que está fazendo muita falta. Além disso, queremos uma bancada forte de deputados estaduais, federais e criar um palanque competitivo e animado para o presidente Lula no Acre”, disse.

Críticas à bancada federal

Eduardo Farias também fez duras críticas à bancada federal acreana, especialmente em relação à PEC que chamou de “PEC da bandidagem”. “É uma vergonha termos sete votos da bancada federal a favor de uma PEC que blinda bandidos. Só quem se esconde atrás de uma lei desse tipo é quem deve à Justiça. Essa proposta abre espaço até para o crime organizado. Já a anistia, não existe anistia para quem tenta romper com a democracia, porque sem democracia não há discussão nenhuma”, declarou.

Ele classificou parte da bancada como “vergonhosa”, mas fez ressalvas. “Não é toda a bancada. O senador Sérgio Petecão tem feito um papel importante, e a deputada Socorro Neri não votou nessa PEC. Mas o restante envergonha a gente. O posicionamento do senador Márcio Bittar é asqueroso, puro oportunismo. Ele segue uma narrativa de que o Acre é bolsonarista. O Acre não é bolsonarista. O Acre gosta das coisas certas, e essa máscara vai cair”, completou.

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