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Marcio Bittar defende anistia a Bolsonaro em ato do “Reaja Brasil” no Acre

Foto: Sérgio Vale
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O senador Márcio Bittar (PL) participou neste domingo (7) do ato Reaja Brasil, realizado na Gameleira, em Rio Branco, e defendeu a aprovação de uma anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Meu sentimento é de que não é possível que o Brasil, que já concedeu anistia a quem pegou em armas, matou pessoas, assaltou bancos e participou de guerrilhas, não reconheça a perseguição contra a direita. O presidente Bolsonaro está preso sem condenação e sem ter cometido crime. O Brasil tem três ex-presidentes beneficiados pela anistia de 1979: Dilma Rousseff, Fernando Henrique Cardoso e o próprio Lula. Então, não é possível que qualquer pessoa não perceba essa caça política”, afirmou.

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Bittar disse ainda que Bolsonaro e sua família vivem sob “humilhação”. “Hoje, Michelle Bolsonaro e sua filha vivem presas em casa. Todos os dias, a menina precisa passar por revista para ir e voltar da escola. Qual o medo de um homem de 70 anos, que já foi esfaqueado, passou por sete cirurgias e enfrenta restrições médicas? Isso é uma humilhação para alguém que não cometeu o crime pelo qual está sendo punido”, declarou.

O senador acusou o Supremo Tribunal Federal (STF) de encenar “a última peça de uma farsa” e defendeu que o Congresso assuma a responsabilidade de pacificar o país por meio da anistia.

“O que está acertado é que primeiro o texto passará pela Câmara. Provavelmente faremos uma proposta que abranja todos, porque não se pode restringir. Tudo que estiver relacionado ao 8 de janeiro tem que estar incluído. Não pode ser parcial, precisa ser uma anistia ampla, geral e irrestrita”, completou.

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