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Alan Rick não tem “ciscado para dentro” e “aliados” fazem contas de Gladson fora do senado

Foto: Iago Nascimento
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O programa Boa Conversa, desta sexta-feira, 29, trouxe uma série de temas que movimentam a política do Acre, com comentários dos jornalistas Astério Moreira, Crica e Marcos Venicios.

No MDB, os comentaristas abordaram a realização da eleição interna com Vagner Sales como candidato único, reforçando o discurso de que o partido não abrirá mão de lançar candidato ao Senado. Jéssica Sales também anunciou pré-candidatura ao Senado, destacando a abertura de um novo ciclo político dentro da sigla.

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Foto: Iago Nascimento

“A Jéssica disse que era candidata ao Senado, mas dependendo da composição poderia ser vice. O MDB teve 110 mil votos no ano passado, muito bem votado em todos os municípios, mas hoje não têm federal e só estadual, mas ele tem fundo eleitoral e não deixa de ser atraente. A liderança é aquela pessoa que está fora do poder, mas que consegue votos mesmo assim. A Jéssica perdeu, por exemplo, para uma estrutura financeira”, disse Crica.

Foto: Iago Nascimento

“O MDB é um partido importante mesmo não elegendo nenhum prefeito, é a segunda força política do Acre. O MDB terá um protagonismo em 26, ele é a cereja do bolo, porque o MDB pode definir as eleições do ano que vem dentro de uma aliança. O MDB vai passar no filtro em abril, a gente vai saber quem é quem no jogo. O MDB nesse jogo não pode ser subestimado”, afirmou Astério Moreira.

O senador Alan Rick deverá deixar a federação União Progressistas pelo Republicanos, após a roleta interna que envolvia MDB e PSD.

“O que o Alan teme? Ele teme vir para o MDB e a sigla indicar o vice do Lula, dentro do PSD, o Alan queria ficar com a presidência e colocar o Petecão como federal, o Petecão deu um pulo pra trás. Só restou pra ele o Republicanos, que têm uma maior afinidade ideologica com ele”, disse Crica.

“Há uma conversa em Brasília entre o Bittar e o Alan com a proposta de Alan para governador, Jessica vice, Bittar no Senado e a Mara na Câmara, mas uma pessoa disse que ela não aceita e quem entraria no lugar da Mara? O Petecão. Só que essa história está rolando”, afirmou Astério Moreira.

“O Márcio estaria disposto a abrir mão da máquina do governo para ficar com o Alan? Essa é uma questão. O sonho do Bittar é uma chapa com Mailza, ele para senador e o Gladson senador esse é o desenho”, questionou Crica.

“O Bocalom deu uma recuada, nas andanças, porque quando eu acho que ele viu o Gladson sendo muito incisivo em relação a Mailza e ele sentir que a Mailza não vai recuar, ele já governa metade do Estado, se ele saísse da Prefeitura, acho que o vento nem bate nas costas dele. Só que do Bocalom não duvido de nada, ele é o político mais cabeça dura que eu conheço”, ressaltou Crica.

Foto: Iago Nascimento

O programa também abordou a rejeição pela Câmara de um pedido de urgência para o afastamento de Clendes Vilas Boas, da RBTrans.

“Quem manda na Câmara é o Bocalom, houve o movimento da retirada de vereadores por não colocarem em pauta a questão do Clendes, só que os mesmos vereadores, que comandaram a retirada, votaram a favor. Então, quem manda é o Bocalom”, avaliou Crica.

“Eu acho que está trazendo desgaste para gestão para o prefeito. Às vezes, para evitar o desgaste é afastar do cargo, coloca o interino e trata esse caso. Olha o caso do INSS, o Lupi entregou o cargo, o PDT saiu da base, essas situações traz muito desgaste”, avaliou Astério Moreira.

Os comentaristas abordaram a condenação do deputado Calegário por plágio em concurso público, caso que pode levar à suspensão de seus direitos políticos. “Não deixa de ser um arranhão. Ele seria um candidato muito forte para a reeleição”, pontuou Crica.

Em pauta ainda estão as movimentações de figuras nacionais, os jornalistas abordam a possibilidade de Marina Silva concorrer ao Senado por São Paulo em 2026.

“Ela tá buscando pro SP, ela vai para o PSB, ela pode trazer o PSB com a aliança com o PT, PCdoB e PV. Agora, trazer o PSB, o único deputado está saindo, resta lá o Jenilson, que não ser candidato e o presidente César Messias, que abandonou a política faz muito tempo”, avaliou Crica.

“Eu vejo como a candidatura de Marina como balão de ensaio, eu não duvido nada que a Marina seja realmente uma potencial candidata ao Senado por SP”, ressaltou Astério Moreira.

Assista ao vídeo:

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