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Caso Bruno e Dom: Justiça torna réu o suposto mandante Rubén Dario Villar, o “Colômbia”

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A Justiça Federal do Amazonas aceitou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) e tornou réu Rubén Dario Villar, conhecido como Colômbia, apontado como mandante do assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, ocorrido em 2022 no Vale do Javari.

De nacionalidade peruana, Colômbia já havia sido indiciado pela Polícia Federal no fim do ano passado e está preso preventivamente. Ele é investigado por liderar uma quadrilha envolvida com pesca ilegal e tráfico de drogas na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru. Também responde a outros processos por uso de documento falso.

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A denúncia, apresentada pelo procurador da República Guilherme Leal com apoio do Grupo de Apoio ao Tribunal do Júri (GATJ), aponta que Bruno e Dom foram mortos por enfrentarem os interesses da pesca ilegal, ao promoverem ações de educação ambiental em comunidades indígenas.

Com a decisão, Colômbia se torna o nono réu no caso. Em 2022, três homens — Amarildo da Costa Oliveira (Pelado), Oseney da Costa de Oliveira e Jefferson da Silva Lima (Pelado da Dinha) — foram denunciados como executores do duplo homicídio e ocultação dos corpos. Em junho de 2024, mais cinco pessoas viraram rés por participação na ocultação dos cadáveres.

O MPF pediu que os três principais acusados sejam levados a júri popular. A Justiça Federal acatou o pedido, mas o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) retirou Oseney da pronúncia. O MPF recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para reverter a decisão.

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