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Alexandre muda totalmente no final de A Viagem: Paraíso é inspirado na Grécia

Alexandre (Guilherme Fontes) no Paraíso: cenas dos últimos capítulos mostrarão transformação • Foto: Reprodução/TV Globo
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Na reta final de A Viagem, trama de 1994 que está no ar no Vale a Pena Ver de Novo, Alexandre (Guilherme Fontes) passará por uma transformação. Heitor Werneck, responsável pela caracterização do personagem, lembra que o espírito obsessor, atormentado pelas suas próprias falhas, chegará ao Paraíso.

“No final da novela, ele fica em paz e começa a usar roupas de tons crus pastéis”, diz Werneck, que explica quais referências foram usadas para criar essa fase do Paraíso: “Criei pensando em algo grego, um lugar fantasioso”.

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A mudança drástica no figurino marcará a transição do personagem de um clima sombrio para um ambiente celestial. Toda a caracterização de Alexandre no Umbral buscou transmitir o caos urbano e a angústia presentes na São Paulo dos anos 1990.

A redenção acontecerá em um momento de arrependimento emocional genuíno. No último capítulo, Alexandre reconhecerá seus erros, pedirá perdão ao homem que matou e, emocionado, expressará o desejo de reencarnar como filho de Téo (Mauricio Matar) e Lisa (Andrea Beltrão) para reparar suas falhas na Terra.

Com a ajuda espiritual de Diná (Christiane Torloni) e do médico Alberto (Cláudio Cavalcanti), ele passará por uma reunião mediúnica. Alexandre deixará o Vale dos Suicidas e será conduzido à colônia espiritual no Além.

Em entrevista ao Notícias da TV, Werneck diz que considera Alexandre uma de suas obras mais queridas: “De todas as novelas que fiz, o Alexandre e a Natasha [Claudia Ohana], de Vamp [1991], são os personagens que mais curto. E também gostei de fazer a Magda, da Marisa Orth, em algumas edições do programa Sai de Baixo [1996-2002; 2013]”.

O produtor cultural acredita que o impacto do personagem em A Viagem ainda ecoa por sua originalidade estética e pela trajetória espiritual.

“As novelas de hoje em dia e muitos atores perderam a qualidade. Falta inserir personagens emblemáticos e colocar pessoas undergrounds nos roteiros”, fala Werneck, que sente falta de textos e diretores com visões mais modernas.

Atualmente, Heitor Werneck é produtor artístico da Parada LGBTQIAP+, produtor cultural e ativista em direitos humanos.

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