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Vil metal, o poder da verba!

Por
Astério Moreira

São muitos os nomes que surgem com disposição para enfrentar as urnas nas eleições do ano que vem. Serão candidatos à presidência, ao Senado, governadores, deputados federais e estaduais.

Para isso, os partidos estão em uma corrida frenética tentando construir alianças e chapas competitivas.

Porém, sem o vil metal, que é o passaporte para se chegar ao parlamento, ao governo e, de certa forma, a presidência, não se vai a lugar nenhum. Razão pela qual as emendas parlamentares e o Fundo Eleitoral são importantes.

Quando a campanha eleitoral começar é que se vai saber quem tem café no bule. É o poder da verba em detrimento do poder da palavra. E não tem santo nessa história. Farinha do mesmo saco e banana do mesmo cacho.

“É uma grande honra você participar de uma competição, mas se perder vou te encher de porradas”. (Popular)

. Tenho acompanhado – como todo mundo com o mínimo senso de justiça – o desfecho da morte da advogada Juliana Chaar.

. O caso já foi parar na Câmara Municipal com vereadores debatendo de quem seria a responsabilidade por casos como o de Juliana. Das casas noturnas? Do governo?

. Ou seria do advogado que estava em posse de um revólver ilegalmente? Do agroboy que atropelou e matou estupidamente Juliana?

. Pelo andar da carroça e o desfecho que se desenha, não vai dar em nada.

. Familiares e amigos clamam e esperam por justiça!

.  Se fosse para renunciar, o Cesário Braga não deveria nem ter entrado na disputa; é persona non grata no círculo de JV.

. Não é fofoca, intriga ou futrica, é público e notório a insatisfação de Jorge Viana com Cesário e outros petistas que apoiaram a candidatura ao Senado de Ney Amorim em 2018.

. “Você acha que sou responsável pelo Jorge ter perdido 80 mil votos, é”?

. Teria desabafado Cesário Braga, cuja situação de vítima poderá lhe favorecer eleitoralmente em 2026, já que será candidato a deputado estadual.

. Vida que segue!

. Servidores fizeram muito barulho no centro da cidade ontem em uma dia manifestação por reposição salarial.

. Não precisa de bola de cristal para saber que o senador Alan Rick (União Brasil) não vai se filiar ao MDB.

. Não faz sentido!

. Ao PSD ou Republicanos, vá lá que seja!

. Deram um Xeque no Lula; a próxima jogada dele no tabuleiro do poder e na relação com o Congresso é que me interessa.

. Se radicalizar pode percorrer a via crucis da Dilma Rousseff; talvez não haja clima (ainda).

. Não espere desse Congresso descentralização de renda e distribuição equitativa de riqueza.

. Bittar e Alan acertaram votar contra o aumento de deputados federais; prejudica o Acre.

. Alcolumbre e Motta deveriam saber que o Congresso pode muito, mas não pode tudo.

. Bom dia!

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Astério Moreira