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Defesa diz que arma foi estopim para tragédia e motorista “tentava fugir dos tiros”

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O advogado Felipe Muñoz, que defende Diego Luiz Gois Passo, suspeito de atropelar e matar a advogada Juliana Chaar na madrugada de sábado, 21, após uma briga em uma casa noturna em Rio Branco, informou nesta terça-feira, 24, ao ac24horas, que seu cliente deve se entregar à polícia ainda nesta semana e que considera os disparos – efetuados pelo advogado e amigo de Juliana, Keldheky Maia da Silva – como estopim para o desenrolar dos fatos que acabaram ceifando a vida da advogada.

De acordo com Muñoz, no momento do primeiro tiro, Diego Luiz entrou na camionete na tentativa de sair do risco iminente o mais rápido possível, enquanto disparados continuavam sendo feitos em sua direção. O motorista então se abaixou rente no painel, sequer tendo visão do que estava à sua frente, e acelerou.

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“Os tiros foram na direção do Diego e do veículo, ele estava tentando fugir do disparo. A Juliana segurava o atirador, e nesse momento, o Diego entrou no veículo, se abaixou colocando a cabeça abaixo do painel para se proteger, e saiu. Ele [atirador] foi andando em direção ao veículo e disparando. A defesa entende que a questão da arma de fogo foi um estopim”, disse Muñoz.

Ainda segundo a defesa, a camionete envolvida no atropelamento será apresentada para perícia e pode ter marcas de tiro. “Eu acredito que o veículo foi atingido por disparos, a gente não tem essa informação com precisão, mas o carro será apresentado para que seja feita perícia”, afirmou.

Diego Luiz Gois Passo deve se apresentar à polícia ainda nesta semana.

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