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Para onde Alexandre vai após a morte em A Viagem? Umbral é inspirado em São Paulo

Alexandre (Guilherme Fontes) em cena de A Viagem; ele irá para Umbral após a morte na novela • Foto: Reprodução/tv globo
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A morte de Alexandre (Guilherme Fontes) dá início a uma virada na reprise de A Viagem. Ele passará a ser um espírito obsessor e vagará entre a Terra e um lugar feio, inóspito, para onde vão os espíritos que ainda precisam encontrar a luz. O cenário construído na novela foi inspirado no centro de São Paulo.

Na trama, Alexandre morreu por overdose de remédios que tomou na cadeia. Ele é considerado, portanto, um suicida. Após morrer, o espírito dele vai parar num plano espiritual chamado de Vale dos Suicidas.

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Não se trata do Inferno, que é um simbolismo cristão, mas de uma crença baseada nos ensinamentos de Allan Kardec (1804-1869) no espiritismo. O local é chamado na trama de Vale dos Suicidas ou Umbral, e é para onde vão as almas que ainda têm vibrações “inferiores” e precisam encontrar a luz. Trata-se de um local de transição. Os espíritos lá sentem ódio, mágoa, culpa e arrependimento por seus atos em vida.

Espíritos de luz inclusive vão ao Umbral para tentar resgatar estas almas perdidas e encaminhá-las a um caminho melhor. Alexandre será abordado por eles, mas se recusará a melhorar e passará a ser um espírito obsessor, provocando mal e discórdia nas vidas de seus inimigos na Terra.

Onde foram gravadas as cenas do Umbral em A Viagem?

As sequências de Alexandre neste lugar inóspito foram feitas numa pedreira desativada em Niterói, no Rio de Janeiro. A cenografia, no entanto, foi inspirada no centro de São Paulo.

“Toda a caracterização dele, do inferno, do umbral… Foi feita pensando em um quadro do Hieronymus Bosch, o Purgatório. Toda a construção do inferno foi baseada no Inferno de Dante. Eu fiz todo o inferno com roupas claras, baseado no centro de São Paulo, no começo da cracolândia. Eu fui à Praça da Sé e me inspirei, tirei fotos da população de rua”, disse o produtor cultural Heitor Werneck, que trabalhou com caracterização e cenografia na Globo.

“A gente construiu esse inferno com roupas claras para tirar esse aspecto do preto, do sombrio. A gente fez com roupas claras e beges, sujas e esfarrapadas, completamente inspiradas no centro de São Paulo”, complementou ele.

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