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Banana, mandioca e coco verde lideram aquisições do PAA Indígena no Acre

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O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade indígena, tem garantido a compra direta da produção de mais de 500 agricultores familiares indígenas no Acre, promovendo segurança alimentar em 75 escolas e 74 aldeias distribuídas em diversas regiões do estado. Entre os itens mais adquiridos estão a banana (comprida e prata), a mandioca e o coco verde, além de outros produtos típicos como mamão, açaí, pupunha, caiçuma, cana-de-açúcar e amendoim, totalizando cerca de 80 itens regionais.

A iniciativa é executada pela Secretaria de Agricultura (Seagri), com parceria do governo federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). O Acre é considerado pioneiro na implementação de uma modalidade do PAA voltada exclusivamente para os povos indígenas, tornando-se referência nacional.

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Atualmente, o programa está em execução nos municípios de Feijó, Tarauacá, Assis Brasil, Sena Madureira, Manoel Urbano, Santa Rosa do Purus e Marechal Thaumaturgo, atendendo comunidades dos povos Katukina, Kaxinawá, Ashaninka e Mamoadate.

A logística do programa inclui o diagnóstico da produção, cadastro dos agricultores e oficinas de capacitação que envolvem produtores, professores e lideranças locais. Os treinamentos abordam temas como pesagem, qualidade dos alimentos e organização das entregas, respeitando a capacidade de armazenamento das aldeias e assegurando a oferta contínua ao longo do ano letivo.

Durante reunião realizada nesta terça-feira, 17, na sede da Seagri, em Rio Branco, representantes de instituições parceiras discutiram o balanço parcial da ação e os próximos passos para ampliar o alcance do programa no estado. O secretário de Agricultura, Luís Tchê, afirmou que a consolidação do PAA Indígena é resultado de uma construção coletiva que alia valorização cultural, inclusão produtiva e desenvolvimento sustentável.

“Estamos falando de uma ação que já alcança mais de 500 famílias agricultoras indígenas, em diferentes territórios e etnias. Isso é motivo de orgulho e nos impulsiona a seguir ampliando esse modelo, com responsabilidade, escuta e parceria. Seguiremos firmes, trabalhando lado a lado com nossos parceiros e com as lideranças indígenas, para que o PAA continue sendo uma ferramenta de transformação social, de inclusão produtiva e de fortalecimento das políticas públicas voltadas às comunidades tradicionais”, concluiu.

Com informações da Agência de Noticias do Acre

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