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Sessão de Trabalho articula estratégias para a Nova Economia Florestal no GCF

Foto: Sérgio Vale
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O governador do Acre, Gladson Cameli, abriu na manhã desta quinta-feira, 22, a sessão de trabalho dedicada à Nova Economia Florestal, dentro da programação da 15ª Reunião Anual da Força-Tarefa dos Governadores pelo Clima e Florestas (GCF Task Force). O evento, que ocorre na capital acreana desde segunda-feira, reúne governadores, especialistas e representantes de diversos países em debates sobre sustentabilidade e políticas para proteção das florestas.

Em sua fala, Cameli abordou o papel do GCF como um espaço de articulação subnacional para consolidar estratégias de proteção e uso sustentável das florestas, reforçando o protagonismo dessas ações na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-30), marcada para novembro, em Belém (PA).

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“Estamos dando continuidade à nossa 15ª Reunião Anual do GCF, que nesses quatro dias tem nos permitido compartilhar conhecimento e ampliar debates com o objetivo de consolidar a construção da nova economia florestal e estabelecer mecanismos necessários para a sustentabilidade ambiental através da preservação e conservação das nossas florestas”, disse o governador.

Foto: Sérgio Vale

Gladson Cameli agradeceu a presença do professor e jurista William Boyd, líder do Projeto Nova Economia Florestal, que preside a sessão de trabalho desta quinta. “Professor, saiba que é um grande privilégio para o Estado do Acre e todos nós que fazemos parte dessa família chamada Amazônia recebê-lo em nossa casa”, afirmou.

O governador também lembrou que o Acre sediou uma reunião do GCF em 2014, quando foram alinhadas estratégias de colaboração para fortalecer a governança na proteção das florestas tropicais. “Continuamos atuando de forma unificada para capacitação de lideranças e implementação de programas que nos ajudem a desenvolver as ações do GCF em todos os governos subnacionais.”

Em tom de chamado à responsabilidade, Cameli ressaltou que o uso sustentável dos recursos naturais “não se limita a discursos ou narrativas para impressionar parceiros e financiadores, mas a uma verdadeira mudança de mentalidade e comportamento humano, que nasça de um espírito colaborativo e comprometido com a sobrevivência das atuais e futuras gerações”, disse.

Foto: Sérgio Vale

Sobre a programação do dia, o líder do projeto, William Boyd, explicou que seriam realizadas oito sessões temáticas – quatro pela manhã e quatro à tarde – com foco em aspectos variados da nova economia florestal, bioeconomia e sistemas de commodities.

“Nós esperamos por boas discussões. Por favor, venham, se engajem, interajam com outras pessoas e gerem sugestões que nós possamos levar para o GCF e outros contextos”, convocou. Boyd informou ainda que haverá um espaço, chamado World Café, com materiais informativos de apoio sobre os temas discutidos, convidando os participantes a visitarem o local.

“Temos muito a fazer pelos próximos dois dias. Estamos extremamente animados. Muito obrigado novamente ao governador Gladson Cameli pela sua liderança, pela hospitalidade e por podermos colaborar aqui em Rio Branco. Essas reuniões têm sido um sucesso”, finalizou.

Foto: Sérgio Vale

Turismo fortalecido com a realização do evento

O secretário de Turismo do Acre, Marcelo Messias, também destacou os impactos positivos do evento na economia local. Segundo ele, desde o último sábado, a presença de turistas e participantes do GCF tem movimentado intensamente a rede hoteleira e o setor de serviços da capital acreana.

“Os nossos hotéis estão extremamente lotados, 100%. Agora, no nosso estande aqui, estamos podendo apresentar as nossas belezas naturais, as nossas riquezas, para esses turistas que participam dessa feira tão importante para o clima, para o mundo e para o nosso Acre”, disse.

O ambiente marcado pelo canto de pássaros amazônicos, parte da proposta de imersão sensorial do estande da secretaria, que também conta com artesanato tradicional e recursos de realidade virtual.

O secretário ressaltou ainda a proposta de proporcionar aos visitantes uma experiência sensorial com os principais atrativos turísticos do estado, como o Rio Croa, a Serra do Divisor, os geoglifos e a trilha Chico Mendes. “A partir do momento que a gente mostra isso virtualmente, essa imersão, como a gente fala, as pessoas passam a ter interesse, de repente, de conhecer o Acre, de estender a visita ou até de voltar ao nosso estado”, comentou.

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