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Justiça define em maio se acusados de matar sobrinho-neto de Marina Silva irão a júri

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A Justiça do Acre marcou para o dia 13 de maio a audiência de instrução e julgamento do processo que apura o assassinato de Cauã Nascimento da Silva, de 19 anos, sobrinho-neto da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. A sessão será conduzida pelo juiz Robson Ribeiro Aleixo, da 1ª Vara do Tribunal do Júri, e vai decidir se os acusados André Oliveira da Silva e Denis da Rocha Teixeira serão levados a júri popular.

O crime aconteceu na tarde de 6 de fevereiro de 2024, no bairro Taquari, em Rio Branco. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Acre (MPAC), André invadiu a casa da tia da vítima, portando uma pistola calibre .380, fornecida por Denis. Ele foi direto ao quarto onde Cauã repousava e efetuou vários disparos à queima-roupa.

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As investigações da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) levaram à prisão dos dois suspeitos. André Oliveira foi o primeiro a ser preso e confessou ser o autor dos disparos, mas não revelou a motivação. Denis da Rocha foi preso dois meses depois, acusado de ter cedido a arma usada na execução.

Ambos foram indiciados e denunciados por homicídio qualificado. Na audiência do dia 13, o juiz ouvirá testemunhas e os réus. Em seguida, será aberto prazo para as manifestações da defesa e da acusação, antes da decisão sobre a pronúncia — que define se os acusados irão a julgamento pelo Tribunal do Júri.

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