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Vatapá de peixe, pastel e bolinho de pirarucu movimentam a Feira do Peixe de Mâncio Lima

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A VII edição da Feira do Peixe e Agricultura Familiar de Mâncio Lima foi aberta nesta terça-feira, 15, consolidando-se como um dos eventos mais importantes da região, reunindo mais de 80 expositores entre agricultores familiares, piscicultores, artesãos e extrativistas. O carro-chefe da Feira é o pescado de piscicultura, oriundo de tanques e açudes.

A degustação de pratos à base de peixe, como costela de tambaqui, vatapá de peixe, pastel de pirarucu, bolinho de feijão com pirarucu e o tradicional bolinho de pirarucu, foi um dos momentos mais aguardados pelo público durante a abertura da Feira, na Praça São Sebastião.

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O prefeito Zé Luiz e seu vice, Andinho, lideranças sindicais e movimentos sociais e vereadores prestigiaram o evento, bem como gerentes de cooperativas de crédito e parceiros institucionais.

“As nossas expectativas são as melhores porque já cedo as pessoas começam a chegar e a comprar os produtos. O peixe é o melhor da região e temos verduras frescas e de qualidade. Mâncio Lima é conhecida pela melhor produção de peixe em cativeiro. Pensamos em cada detalhe, melhorando o espaço e ampliando a participação dos feirantes para aquecer a nossa economia e abastecer nossas casas com produtos de qualidade”, citou o prefeito Zé Luiz.

“A Colônia de Pescadores jamais poderia ficar de fora de um evento tão importante. Trabalhamos com pescadores e sabemos da importância desta feira. Organizamos nossa fábrica de gelo para dar suporte aos vendedores e também estamos promovendo a premiação do maior pescado, que é uma grande atração”, pontuou Elton Dias, presidente da Colônia de Pescadores de Mâncio Lima.

Diversidade de produtos e atrações

Durante os três dias de evento serão ofertados peixes de piscicultura, produtos frescos da agricultura familiar, artesanato, produtos extrativistas e comidas típicas regionais.

Uma das atrações é o tanque com peixes vivos, onde adultos e crianças podem viver a experiência de “pescar para levar”, com espécies como surubim, pirapitinga e tambaqui, oferecidas por piscicultores locais. “Todos os anos trazemos o peixe vivo dentro de uma piscina, que as pessoas podem pescar e levar para casa. Atrai crianças e adultos e sempre faz muito sucesso. Nosso peixe é de qualidade. Trouxemos surubim, pirapitinga e tambaqui”, contou Francisco Muniz Dias, piscicultor.

Além da agricultura e piscicultura, a presença de artesãos e extrativistas mostrou a força da bioeconomia como alternativa sustentável de geração de renda. Produtos feitos à mão, alimentos tradicionais e a venda de sabonete e óleo vegetal dão um toque especial à feira, mostrando a diversidade da produção local.

“É a primeira feira que participo expondo os produtos que faço em casa. São doces que todos gostam, incluindo o tradicional mugunzá. Estou feliz com o movimento e vejo esta feira como uma excelente oportunidade para os pequenos empreendedores”, citou a empreendedora, Tamela Holanda Dias.

A criatividade das crianças também teve espaço com o concurso “Histórias de Pescador”, promovido pela Secretaria Municipal de Educação. Alunos das escolas Lauro Cavalcante, Artur Lebre e Joaquim Generoso participaram da iniciativa. A grande vencedora foi a aluna Lucia Freire da Cruz, do 5º ano da Escola Municipal Artur Lebre, com a história “A pesca azarada e a pesca sortuda”, que arrancou risos do público ao retratar as hilárias aventuras de um grupo de pescadores.

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