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Quadrilheiros alegam falta de investimento no circuito junino e FGB rebate: “querem nobreza”

Foto: Whidy Melo/ac24horas
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Representantes de quadrilhas juninas comparecem na galeria da Câmara de Rio Branco, na manhã desta terça-feira (15), em manifestação a uma suposta falta de apoio da Prefeitura de Rio Branco para o calendário junino da capital. Ao ac24horas, o presidente da Fundação Garibaldi Brasil, Klowsbey Pereira, disse que o município ofereceu toda a estrutura de som, tendas e banheiros químicos para os eventos, mas a Liga de Quadrilhas esperava valor em dinheiro.

Francilene dos Santos, presidente da Liga de Quadrilhas Juninas do Acre, disse que o apoio da prefeitura se justificaria, além do fomento à cultura, pelo giro econômico que os eventos causam.

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“O circuito junino é um evento que envolve muitas pessoas. Produtores e empreendedores esperam esse momento para ter mais uma arrecadação, sem contar que a gente gera também em relação ao comércio, cada quadrilha gasta uma média de R$ 120 mil. E isso aí já é a nossa contrapartida para a sociedade, que a gente não ganha tudo isso da cultura”, disse.

Consultado sobre o assunto, o diretor-presidente da Fundação Garibaldi Brasil – FGB afirmou que a prefeitura se dispôs a auxiliar nos eventos com tendas, equipamento de som e banheiros químicos, e que nunca foi costume da gestão auxiliar a Liga com recursos.

“Todos os anos nós somos parceiros no circuito junino, mas a Liga este ano tem R$ 300 mil para fazer o circuito junino, eles não falam. Queriam uma contrapartida da FGB, e vamos dar essa contrapartida no som, tendas e banheiros químicos, como sempre foi. Agora, eles querem algo de nobreza, ninguém tem recursos, porque você sabe como foi a alagação, tivemos que ajudar no resgate de vidas humanas”, afirmou Klowsbey Pereira.

Sobre a afirmação de que a Liga já dispõe de recursos para o circuito, Francilene disse que os R$ 300 mil ao qual Klowsbey se refere é fruto de projeto aprovado pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, que só vai cair em conta após as datas dos eventos.

“A gente tem um projeto aprovado pela PNAB, pelo estado do Acre, e o pagamento está em processo ainda. O processo, quando pagar, já passou o tempo. Se esse recurso já tivesse em conta, daria da gente fazer”, explicou.

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