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Eduardo Ribeiro diz que concurso da educação não deve ter mais mudanças

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O deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD) comentou na manhã desta quarta-feira, 19, durante entrevista ao programa “Boa Conversa – Edição Aleac”, as decisões do Governo do Acre envolvendo as questões relacionadas às videoaulas do concurso da Educação.O parlamentar também abordou a situação dos produtores rurais e a necessidade de uma solução para evitar mais demissões no setor.

Eduardo, que é vice-líder do governo Cameli na Aleac, frisou que o concurso é de interesse do governo e ressaltou que a Assembleia Legislativa defendeu a possibilidade de realização da prova com um examinador presente. No entanto, segundo ele, um acordo com o Tribunal de Contas definiu que haveria polos para gravação das videoaulas, garantindo maior igualdade de condições aos candidatos.

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“O que o Estado quer é que tenham profissionais de qualidade, pois a necessidade da aula é justamente para você conseguir ter profissionais com uma qualidade melhor no ensino. Eu volto a afirmar, nós defendemos muito o sistema de que tivesse, as pessoas pudessem fazer também com o examinador presente, mas entendeu-se que da melhor maneira seria dessa forma, então disponibilizando estúdios no interior para que as pessoas possam ter igualdade de condições, apresentar as suas videoaulas e serem analisadas pela banca examinadora”, ressaltou.

Questionado sobre a possibilidade de novas alterações, Ribeiro afirmou que acredita que não haverá mudanças administrativas e que, se houver, ocorrerá por decisão judicial.

“Como nós estamos agora na fase do acredita, eu acredito que não, acredito que essa fase já se esgotou, a Assembleia tentou e agora eu acredito que do ponto de vista administrativo não deve ocorrer. Se ocorrer uma judicialização, o sistema de justiça entender que tem que mudar é outra situação, mas a princípio administrativamente eu acredito que não mais”, pontuou.

Além do concurso da Educação, Eduardo Ribeiro também abordou a crise enfrentada pelos produtores rurais, especialmente os que trabalham com maracujá. Segundo o deputado, muitos agricultores foram à Aleac relatar dificuldades e prejuízos causados pela demora no pagamento por parte do governo, o que tem resultado em demissões no setor.

“Ontem nós tivemos a reunião, reunimos com eles, com os produtores, muitas famílias que dependem do maracujá. A gente vê até muitas mulheres trabalhadoras, produtoras rurais, que tiveram aqui para a gente, junto com essa casa, fazer uma mediação junto ao governo do Estado e tentar encontrar uma solução para que eles não sofram prejuízo. A gente sabe da dificuldade do produtor. O produtor, hoje em dia, tem um insumo muito caro. Quando ele perde uma produção, ele perde recursos. Ele depende daquilo para sustentar a família dele”, pontuou.

Para o deputado, o governo Gladson Cameli precisa se posicionar rapidamente para evitar mais perdas de emprego e prejuízos financeiros para as famílias rurais. “A expectativa é positiva, a gente precisa reunir quanto antes, por isso que foi importante aquela visita delas aqui na Assembleia Legislativa e eu acredito que o governo do Estado, o governo do Gladson, é uma pessoa muito sensível também com isso. O emprego é um grande gargalo ainda da questão do Estado, do poder público, então como é que você pode pegar um ramal de pessoas que são pessoas mais pobres, é mais difícil você desempregar seis famílias, é um negócio mais complexo”, encerrou.

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