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Só Ibama pode decidir sobre petróleo na Foz do Amazonas

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Marcado por debates intensos e pressão política, o processo de licenciamento para poço exploratório da Petrobras na foz do rio se aproxima do fim e marca auge da tensão vivida por setor do Ibama criado em 2002. O sim ou não para a Petrobrás perfurar mais um poço exploratório na bacia marítima da Foz do Amazonas está prestes a sair. Negado em 2023, o pedido de licença do bloco FZA-M-59 é reavaliado pelos técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) desde que a petroleira entrou com um recurso.

A pressão vivida pelos servidores do órgão ambiental é inédita. Nem o pré-sal, com poços que chegam a 7.700 metros de profundidade, provocou debates públicos tão acalorados. Isolados geograficamente do cerco político de Brasília, o departamento responsável pelo licenciamento sediado no Rio de Janeiro não está imune à tensão.

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O UOL publicou extensa matéria sobre essa questão com histórico completo sobre o monopólio que exercia a Petrobras na exploração do petróleo no país e estudos que já foram realizados há décadas na região e os intensos debates sobre as questões de preservação ambiental na região da Foz do Amazonas, também chamada de Margem Equatorial.

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