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Saúde envia equipe em resposta a possível rompimento de barragem no Amapá

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O Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Emergências em Saúde Pública (Demsp) enviou uma equipe técnica para a gestão da resposta ao possível rompimento de uma barragem de mineração no município de Porto Grande, a 102 quilômetros da capital do Amapá. O pedido de apoio foi feito pelo Governo do Estado do Amapá.

Em nota, a Defesa Civil Nacional e o Centro Nacional de Desastres (Cenad) informa que ainda não a confirmação do motivo do derramamento. Uma equipe da Agência Nacional de Mineração (ANM) sobrevoa a região para confirmar se é barragem, barranco ou aterro que derramou detritos no Rio Cupuxi.

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O possível rompimento ocorreu na terça-feira (11/2) e o deslocamento da equipe técnica do ministério ocorreu na madrugada. A área afetada compreende o Igarapé Água Preta, que desagua no Rio Cupixi, impactando a pesca e o consumo de água potável da população local. Até o momento, não há registro de famílias afetadas diretamente.

“Este apoio técnico reforça a articulação entre os entes federativos na resposta ao evento, com o intuito de minimizar impactos à saúde e ao abastecimento da população”, afirma a coordenadora-geral de Preparação para Emergências em Saúde Pública (Cgpresp), Taynná Almeida.

A ação é uma iniciativa da equipe da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA) com o objetivo de avaliar impactos à saúde da população local e apoiar a articulação de medidas emergenciais. Além da Cgpresp, o ponto focal do programa de Vigilância em Saúde dos Riscos Associados aos Desastres (Vigidesastres) Nacional também compõe a missão.

Através do Vigidesastres, em 2024, e junto ao Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAF) e ao Departamento de Logística em Saúde (DLOG), o Demsp destinou mais de 56 toneladas de medicamentos e insumos estratégicos, beneficiando 330 mil pessoas pelo Brasil em 2024.

Em colaboração com o governo do Amapá, o Ministério da Saúde segue monitorando os danos ambientais e avalia a necessidade de envio de água mineral, kits de alimentos e combustível. Além disso, o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR) acompanha a situação, providenciando ajuda humanitária.

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