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No Tocantins, governador e secretário são multados por falta de médicos

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A Justiça determinou novas providências para garantir o cumprimento da decisão que obriga o estado do Tocantins a manter médicos obstetras no Hospital Regional de Gurupi (HRG). A medida atende a um pedido do Ministério Público do Tocantins (MPTO), que reforçou, pela 13ª vez, a necessidade de regularização do serviço, diante de sucessivos períodos de falta de profissionais na unidade.

Diante da persistência do problema, a Justiça determinou ainda a aplicação de multas diárias no valor de R$ 5 mil ao governador do Estado, Wanderlei Barbosa (Republicanos), e ao secretário estadual de Saúde, Carlos Felinto Júnior, até o limite de 30 dias de penalidade. Neste caso, a multa poderá chegar a R$ 150 mil para cada um deles.

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Além disso, foram determinadas providências para análise de possível ato de improbidade administrativa e crime de prevaricação

A decisão, proferida pela 1ª Vara da Fazenda e Registros Públicos de Gurupi, nesta quarta-feira (5), estabelece um prazo de cinco dias para que o estado assegure a presença contínua de médicos na Maternidade do HRG, 24 horas por dia, durante toda a semana. A determinação vem em resposta ao não cumprimento da sentença judicial transitada em julgado desde 2019, que exige a manutenção de uma equipe completa na unidade.

A 6ª Promotoria de Justiça de Gurupi, tem cobrado reiteradamente a regularização do serviço obstétrico no HRG, unidade que atende 18 municípios e uma população de aproximadamente 180 mil habitantes.

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