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MPF pede posição do MEC sobre aulas online para indígenas no Pará

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O Ministério Público Federal solicitou ao Ministério da Educação um posicionamento sobre o modelo de aulas telepresenciais previsto pelo governo Para para os povos indígenas que são contra a troca de aulas presenciais por aulas on-line.

No documento foi enviado na sexta-feira (17) à Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), ligada ao MEC.

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O MPF pede que a União se manifeste sobre o modelo de aulas telepresenciais previsto pelo governo do Pará para povos da floresta, do campo e das águas.

Os manifestantes pedem a permanência do Sistema de Organização Modular de Ensino Indígena (Somei) nas localidades.
Os indígenas são contra a troca de aulas presenciais, garantidas pelo Somei, por aulas on-line (por meio da atual política do Centro de Mídias da Educação Paraense, o Cemep).

No ofício encaminhado ao MEC, a procuradora Manoela Cavalcante solicita uma nota técnica sobre o assunto e quais providências a Secadi pretende adotar diante das reivindicações dos manifestantes.

Ocupação da sede da Secretaria de Educação continua

Os manifestantes indígenas ocupam sua sede há seis dias. Segundo a Seduc, foi apresentado uma proposta de assinatura de um Termo de Compromisso com a Federação dos Povos Indígenas e lideranças presentes, visando à elaboração conjunta de um Projeto de Lei sobre Educação Escolar Indígena a ser encaminhado à Assembleia Legislativa.

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