Chega à coluna a denúncia de mortandade de gado no município de Boca do Acre. O fato é efeito dos impactos das medidas judiciais que embargaram frigoríficos e fazendas na região. Por falta de alimentação adequada, dezenas de bois estão morrendo nos pastos bloqueados. Empresários acreanos que prestam serviços para os frigoríficos estão amargando sérios prejuízos.
A palavra é um bicho danado. Ex-governador Jorge Viana, em postagem em uma rede social, classificou como um “dia histórico” o dia em que o Acre chorava a morte de Flaviano. Os leitores de bom senso entenderam o sentido do que o redator quis dizer. Mas foi uma fala equivocada. Palavra errada. Havia várias outras palavras adequadas.
Grupo de servidores municipais, especialmente da Saúde, não estão conseguindo receber algumas vantagens, como o Adicional de Titulação. Gestores disseram que iriam pagar em julho, servidor foi lá em outubro para cobrar e nada. Ficou para novembro, que não saiu. Há revolta no meio.
E por falar em Gladson, o governador suspeita que tenha uma “araponga” entre os mais próximos. A desconfiança é porque muitos dos assuntos sigilosos discutidos entre poucos do núcleo duro acabam vazando e prejudicando conversas que considera importante. Claro que tem razão: Bolsonaro está quase preso por falas do seu mais “INleal” ajudante de ordens, o coronel Mauro Cid.
Equipe de Comunicação do Governo do Acre imagina que esteja ajudando, mas dizer que o Acre se consolidou como um “forte polo” de agronegócio do país resvala no delírio. É preciso ter calma no entusiasmo. Caso contrário, acaba atrapalhando. Trabalhar com fatos facilita a vida de quem peleja com comunicação. Ficção é para quem sabe manejar as palavras.
Nessa onda de aproximação do Acre com a China, dizem que sem nenhuma empresa instalada na ZPE, o que tem dado certo mesmo é a importação do chamado DaZi (搭). O termo significa algo como “companheiro”. Na prática, é um aplicativo chinês usado para encontros de pessoas apenas uma vez, sem criar vínculos. A plataforma promete fazer sucesso pela Terra de Galvez. O povo não perdoa.
Falando em Coca-Cola, a campanha “Desperte o Papai Noel que há em você” aporta em Rio Branco no dia 6 de dezembro. A capital foi inserida na programação do icônico caminhão vermelho da Coca-Cola, que percorre 50 cidades em todo o país com paradas estratégicas em shoppings, pontos de venda e atrações turísticas.
Mesmo com bons índices de geração de emprego, o Acre sofre com a evasão de profissionais qualificados na área da construção civil para estados do sul e sudeste, onde a oferta de empregos é maior. Nesse bojo, médicos acreanos também estão indo embora para atuar em cidades em que o salário e a qualidade de vida são melhores.
Setores do governo trabalham para que a posse da nova comandante da Polícia Militar do Acre, Coronel Marta, ocorra dentro dos 21 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher. A campanha iniciou no Dia da Consciência Negra no país, trouxe reflexões sobre os variados cenários da violência de gênero contra meninas e mulheres, com a contextualização de suas vulnerabilidades.
Segundo o IBGE, 55% da população acreana reside em Rio Branco e Cruzeiro do Sul. Na capital, a velha Estação Experimental abriga o maior número de acreanos por metro quadrado, seguida pelo bairro Bosque e o Calafate. São 148.826 domicílios em toda Rio Branco.
O povo maldoso conta que já foi repassado ao Rennan Biths para conviver bem com Valtim José, na prefeitura de Bocalom. A receita é simples, basta entender que Valtim é quem manda. Sabe aquela história do homem que tem a última palavra em casa: “amém”. Deus nos defenda da língua ferina desses leitores.