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Acre tem queda nos casos de SRAG associados à Covid-19

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O novo Boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado na quinta-feira (24), indica que o número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associados à Covid-19 segue em queda na maioria dos estados brasileiros, incluindo o Acre, especialmente na região Centro-Sul do país.

Por outro lado, o estudo também detecta um aumento nos casos de SRAG em quatro estados: Espírito Santo, Mato Grosso, Paraíba e Tocantins, principalmente entre idosos e crianças e adolescentes de até 14 anos. Nacionalmente, há uma tendência de queda tanto no longo prazo (últimas 6 semanas) quanto no curto prazo (últimas 3 semanas). A análise abrange a Semana Epidemiológica (SE) 42, que vai de 13 a 19 de outubro, e é baseada em dados registrados no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe).

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Em relação à Covid-19, os casos de SRAG associados à doença também apresentam tendência de queda na maioria dos estados da região Centro-Sul, além de interrupção do crescimento ou início de redução nos estados de Pernambuco e Acre. No entanto, há um leve aumento nas hospitalizações entre idosos nos estados de Mato Grosso, Pará e Paraíba, provavelmente ligado à Covid-19.

Casos positivos para vírus respiratórios e óbitos em 2024

Até o momento, em 2024, foram notificados 147.782 casos de SRAG, dos quais 69.954 (47,3%) tiveram resultados positivos para algum vírus respiratório, 61.932 (41,9%) foram negativos, e pelo menos 8.082 (5,5%) ainda aguardam resultados laboratoriais. Entre os casos positivos do ano, 17,8% foram causados por influenza A, 1,3% por influenza B, 36,9% por vírus sincicial respiratório, 25,4% por rinovírus, e 19,0% por Sars-CoV-2 (Covid-19). É importante destacar que os dados mais recentes podem sofrer atualizações devido ao fluxo de notificações e à inserção de resultados laboratoriais.

Em relação aos óbitos por SRAG em 2024, foram registrados 9.040 mortes, das quais 4.677 (51,7%) tiveram resultado positivo para algum vírus respiratório, 3.632 (40,2%) foram negativos, e 165 (1,8%) ainda aguardam resultados laboratoriais. Dos casos positivos deste ano, 28,4% foram causados por influenza A, 1,5% por influenza B, 8,9% por vírus sincicial respiratório, 8,5% por rinovírus, e 52,0% por Sars-CoV-2 (Covid-19). Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos foi de 17,2% para influenza A, 6,8% para influenza B, 1,7% para vírus sincicial respiratório, 7,4% para rinovírus, e 61,8% para Sars-CoV-2 (Covid-19).

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