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Corpo de Bombeiros faz buscas por um dos corpos do triplo homicídio

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O Corpo de Bombeiros de Cruzeiro iniciou nesta quinta-feira, 24, as buscas pelo corpo de Pedro Calvacante da Silva, vítima do caso do triplo homicídio que ocorreu na segunda-feira, 21. As buscas são no rio Juruá, na comunidade Ouro Preto, entre Ipixuna e Guajará, no Amazonas, fica há 15 quilômetros de Cruzeiro do Sul.

Pedro foi morto por Mateus Fernandes Soares, 26 anos, que matou também com tiros, Miguel Calvacante da Silva, 53 anos, e Adair José da Silva, 45 anos, de Guajará. De acordo com o assassino, ele atingiu Pedro com o disparo de arma de fogo, e homem teria caído na água e desaparecido.

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A operação, liderada pelo Tenente Antônio Souza de França, conta com uma equipe especializada de quatro mergulhadores, que se deslocaram para a região com equipamentos em uma voadeira. A missão foi ativada após informações da delegacia de Guajará, sobre o ocorrido.

“A nossa equipe inicia os mergulhos submersos hoje, realizando uma varredura no local indicado pela delegacia do Guajará”, explicou o Tenente França. As buscas foram iniciadas na terça-feira e seguirão por três dias, com dois dias dedicados a mergulhos e, no terceiro dia, busca superficial. “Nosso barco vai descer pelo rio e subir observando qualquer movimento na água que possa indicar a presença do corpo.”
“Foi nos últimos tempos as coordenadas do local, esse local é distante, já é na divisão do município de Guajará com Ipixuna, comunidade Ouro Preto. Quantos dias essas buscas serão realizadas. Nós fazemos 3 dias de busca, 2 dias mergulhando e no terceiro dia a gente vai fazer busca superficial, onde o nosso barco vai ficar passando no local, descendo lá 1 km, 2 km e vem subindo na direção do local. E avistando qualquer movimento de água, qualquer movimento de peixe, aí os nossos mergulhadores param e vão averiguar se trata do cadáver”.

A busca é considerada complexa, devido às características do local e à forte correnteza do rio. “Nós usamos uma técnica de varredura em zig-zag, com nossos mergulhadores presos a uma poita (um ferro pesado) para evitar que a correnteza os leve”, detalhou o Tenente. A equipe conta com equipamentos como escuba e narguilê, adaptando-se às condições de profundidade e segurança do local.

Se o corpo não for encontrado durante os mergulhos, a expectativa é que, em até 48 horas, ele possa emergir, salvo se ficar preso em balseiros ou for consumido pela fauna local.

“Com a nossa experiência, sabemos que o corpo tende a boiar após dois dias, mas isso pode variar, principalmente devido à presença de peixes que se alimentam de tecidos”.

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