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Marília Gabriela diz que não faz mais sexo: “Foi bom enquanto durou”

Divulgação
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A jornalista Marília Gabriela afirmou, em entrevista à apresentadora Astrid Fontenelle, que não faz mais sexo.

“Vou te dizer honestamente que tentei essa prática no começo da pandemia em duas situações diferentes, mas achei tudo muito desconfortável […] Estava com uma certa idade, foi no princípio da pandemia. Quando você acha o pós-sexo desconfortável, que suja, é porque acabou”. disse. “Acabou e foi bom enquanto durou”, desabafou, durante participação no programa Admiráveis Conselheiras, do GNT, nessa sexta-feira (27/9).

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A comunicadora, que também é atriz e tem feito muito sucesso nos teatros com a peça A Última Entrevista de Marília Gabriela, disse ainda ser “muito sozinha” e revelou ter “pouquíssimos” amigos.

“Sou muito sozinha. Estou acostumada e construí isso. Não saio muito, quase nada. Porque descobri que fiz da minha vida profissional a minha vida pessoal”, diz. “Sou responsável por tudo que aconteceu comigo no geral. Umas três vezes lembro que chorei. Se eu voltar para casa e der vontade de chorar, eu choro. Vou à cozinha, preparo alguma coisa, ligo a TV, vejo uma série… Sei que fui responsável pela vida que tenho hoje e convivo com ela muito bem.”

Tudo bem parar de fazer sexo?

Em entrevista anterior ao Metrópoles, a sexóloga e psicóloga Alessandra Araujo apontou que, sim, é normal optar pela abstinência sexual, por várias razões.

“Pode ser uma forma de se concentrar em outras áreas da vida, como o desenvolvimento pessoal, profissional, ou espiritual”, comentou.

Alessandra Araujo apontou que é importante monitorar como essa decisão afeta a saúde física e mental.

Se a abstinência levar a sentimentos de isolamento, depressão ou problemas de autoestima, pode ser útil reconsiderar a escolha ou buscar apoio profissional.

“É essencial distinguir entre uma escolha pessoal genuína e uma decisão influenciada por expectativas externas”, acrescentou.

Na visão da expert, se a abdicação do sexo é uma forma de se conformar a normas sociais ou culturais que não ressoam com as necessidades e desejos pessoais, “pode ser útil refletir sobre esses motivos e buscar apoio para tomar decisões mais alinhadas com o bem-estar pessoal.”

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