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Deputados da base “arregam” e votação para aumento de 50% do IPVA é adiada

Foto: Sérgio Vale
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Os deputados da base do governo não chegaram a um consenso e a votação que deveria ocorrer nesta terça-feira, 24, no plenário da Assembleia Legislativa, foi adiada para esta quarta-feira, 25. O governo tinha até maioria para votar a aprovação do reajuste da alíquota de 2% para 3% em veículos terrestres de passeio, utilitário, jipes, picapes, caminhonetes com cabine, fechada ou dupla veículos aquáticos, aéreos e demais veículos, mas um conflito de interesses entre os deputados Gilberto Lira (União), candidato a prefeito de Sena Madureira, e Gene Diniz (Republicanos), irmão do deputado federal Gerlen Diniz, que também disputa a cadeira de prefeito, informaram para o líder Manoel Moraes (PP), que só votariam se todos votassem, para não assumirem desgastes sozinhos na cidade em que disputam o pleito eleitoral.

O ac24horas apurou que em solidariedade, o deputado Whendy Lima, também do União Brasil, afirmou que não votaria em solidariedade ao colega Lira, por não achar justo o desgaste ser apenas dele, pedindo que haja consenso e a pauta seja aprovada também por Gene.

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Outros dois deputados presentes na sessão, que compõem a base, Adailton Cruz (PSB) e André da Droga Vale (Republicanos), tomaram “chá de sumiço” e apareceram apenas após a sessão ser adiada para quarta-feira, 24.

ENTENDA A PROPOSTA

De acordo com a proposta, motocicletas, motonetas, ciclomotores e triciclos de até 170 cilindradas terão isenção no IPVA desde que o proprietário não possua mais de um veículo registrado em seu nome. Já com relação a veículos até 1.000 cilindradas, a alíquota do imposto será de 1,75%. Já para potências superiores a 1.000 cilindradas, a alíquota será 2%. Com relação a veículos destinados à locação e de propriedades de empresas, a alíquota será de 1%. Para ônibus, micro-ônibus, caminhões, cavalos mecânicos, veículos aéreos e aquáticos usados para o transporte coletivo de passageiros e casa, a alíquota será de 1,5%.

Uma emenda do deputado Tadeu Hassem (Republicanos), relator da proposta, adicionada ao projeto, garante que a partir de 2025 será cobrado escalonadamente, inicialmente 0,50% e em janeiro de 2026 a outra parte será cobrada.

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