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Rio Branco e Porto Acre lideram níveis críticos de poluição do ar

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Os dados divulgados nesta sexta-feira (20) pela Secretaria de Meio Ambiente (Sema) revelam que a qualidade do ar em diversas cidades do Acre seguem uma situação preocupante. Em vários municípios, os índices de material particulado (PM2.5), que medem a presença de poluentes no ar, ultrapassam muito o limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 15 μg/m³ por dia.

As exposições revelaram uma exposição crítica à poluição, com alguns municípios contendo concentrações de até 13 vezes acima do recomendado.

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Porto Acre lidera com uma média diária de 193,32 μg/m³, colocando a cidade na faixa considerada “péssima” de acordo com o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que define níveis acima de 125 μg/m³ como roxo, uma grave ameaça à saúde pública. Rio Branco segue de perto com 154,78 μg/m³, também ocasionalmente como “péssima”.

Outros municípios, como Cruzeiro do Sul (113,56 μg/m³) e Santa Rosa do Purus (99,60 μg/m³), registraram concentrações de poluentes na faixa “muito ruim” (vermelho), assim como Sena Madureira (81, 27 μg/m³) e Manoel Urbano (78,53 μg/m³). Esses níveis de poluição afetam diretamente a qualidade de vida da população, especialmente grupos mais vulneráveis, como crianças e idosos

Os municípios de Xapuri (74,23 μg/m³), Brasileia (74,06 μg/m³), Assis Brasil (62,58 μg/m³), Tarauacá (51,91 μg/m³) e Feijó (51,61 μg /m³) apresentaram índices entre 50 e 75 μg/m³, sendo classificados como “ruim” (laranja).

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