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Homem que discutiu na UPA não foi detido, mas assinou termo, diz PM

Foto: Arquivo/SESACRE
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A assessoria da Polícia Militar do Acre informou ao ac24horas na tarde desta quarta-feira (11) que o homem que discutiu com uma funcionária na Unidade de Pronto Atendimento Franco Silva, na Sobral, na noite de terça-feira (10), não foi detido, mas assinou Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e foi liberado no local. A diretora da unidade de saúde, Simone Prado, também esclareceu que a funcionária que teria sido agredida verbalmente é terceirizada.

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Prado afirma que o caso envolveu o pai de uma criança, que chegou para o atendimento da filha que sofria com constipação, e recebeu a ficha amarela. A paciente foi atendida pela médica, mas descontente com o tempo do retorno, o homem teria sido ríspido com a atendente e, supostamente, proferido ameaça.

“Ela disse que ele tinha ameaçado ela e ela foi lá e chamou a polícia. Quando a polícia chegou, a criança tinha sido atendida ou ia ser atendida de retorno e levada lá para a observação, para fazer o procedimento de fleet enema. Quando chegou a polícia, ouviu a funcionária, ouviu o pai da criança e ela disse que não queria registrar nenhum BO. A criança seguiu com o procedimento, fez tudo direitinho e depois teve alta junto com o pai”, disse Simone.

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