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Marcus sobre colapso da Ricco: “na minha época circulavam 180 ônibus. Hoje é 80”

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O pré-candidato a prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, afirmou que a possibilidade de apreensão de 16 ônibus da empresa Ricco, que fazem parte do sistema de transporte público em Rio Branco, é o exemplo da gestão do atual prefeito Tião Bocalom, e ressaltou o sucateamento da frota na capital.


“É um escândalo o que está acontecendo. O Bocalom entra, cancela os contratos, dizia que tinha uma Caixa Preta, manda as empresas ir embora, chama essa Ricco em um contrato emergencial que deveria ser apenas de 6 meses e foi aí que começaram os problemas. Ele não fez licitação, aprovou subsídios milionários. A Ricco vai receber R$ 28 milhões, o maior repasse da história da prefeitura para uma empresa de transporte”, relatou o emedebista.


Marcus enfatizou ainda que os ônibus que podem ser apreendidos circulavam no Rio de Janeiro e são velhos, comparado com o da sua gestão. “Na nossa época na prefeitura, os ônibus tinham tempo de uso de 5 anos, tínhamos 5 terminais de integração, circulava 180 ônibus em várias linhas. Atualmente é menos da metade disso. Instalamos o sistema de aplicativo para o horário dos ônibus e GPS na frota e os ônibus articulados circulavam diariamente dando fluxo nas maiores linhas”, disse Alexandre, enfatizando que na sua gestão o estudante começou a pagar R$ 1 real na passagem, um marco para época.

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O ex-gestor lamentou que os terminais de integração foram destruídos. “Transformaram um em uma feira e outro em um arraial. Uma falta de visão da coisa pública. Hoje os estudantes precisam sair mais cedo da sala de aula porque não existe uma programação para ajudá-los. Tudo ficou mais longe e mais complicado para o usuário do transporte”, frisou.


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