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Inflação de Rio Branco cresce 0,34% e acumulado de 5,23% é o maior do país

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de junho em Rio Branco teve alta de 0,34%, aumentando ainda mais na comparação com o resultado de maio (0,19%) – que reafirmou trajetória de alta na capital do Acre — e elevando o acumulado de 2024 para 5,23%, a maior entre as capitais até agora. Os dados são do IBGE e foram divulgados nesta quarta-feira (10).

A inflação em Rio Branco subiu além da média nacional, de 0,21%, ficando 0,25 ponto percentual abaixo da taxa de 0,46% registrada em maio. No ano, o IPCA acumula alta de 2,48% no País — muito abaixo do resultado do Acre. Já no acumulado dos últimos 12 meses, a taxa é de 4,23%, acima dos 3,93% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em junho de 2023, a variação havia sido de -0,08%.

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Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta em junho. O maior impacto veio de ´alimentação e bebidas´ (0,44%), com 0,10 ponto percentual de contribuição. Já a maior variação veio do grupo Saúde e cuidados pessoais, com alta de 0,54% e 0,07 p.p. de contribuição. Por sua vez, transportes registrou queda de 0,19%, após subir 0,44% em maio. Os demais grupos ficaram entre o -0,08% de Comunicação e o 0,29% de despesas pessoais.

O resultado do grupo Saúde e cuidados pessoais (0,54%) foi influenciado pelos perfumes, que subiram 1,69%. A alta dos planos de saúde (0,37%) decorre do reajuste de até 6,91% autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em 4 de junho, com vigência a partir de maio de 2024 e cujo ciclo se encerra em abril de 2025. Desse modo, no IPCA de junho foram apropriadas as frações mensais relativas aos meses de maio e junho.

No grupo habitação (0,25%), a alta da taxa de água e esgoto (1,13%) acontece após reajustes tarifários de 9,85% em Brasília (9,19%), a partir de 1º de junho; de 6,94% em São Paulo (2,05%), a partir de 10 de maio; e de 2,95% em Curitiba (1,61%), a partir de 17 de maio. No subitem gás encanado (-0,49%), o resultado do Rio de Janeiro (-1,61%) decorre de redução média de 1,75%, a partir de 1º de junho.

“Ainda em Habitação, a alta da energia elétrica residencial (0,30% e 0,01 p.p.) foi influenciada pelo reajuste tarifário de 6,76% aplicado em Belo Horizonte (5,98%), a partir de 28 de maio”, diz o IBGE.

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