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Herança de Pelé ainda não foi dividida após 1 ano e 5 meses de sua morte

Por
Terra

Uma fonte da coluna do TERRA, ligada a um dos herdeiros de Pelé, informou que a partilha dos bens deixados pelo ídolo do futebol ainda não ocorreu.

O ex-jogador morreu exatamente há 1 ano e 5 meses, em 29 de dezembro de 2022, aos 82 anos, de complicações de um câncer.

Em testamento, ele indicou 30% do patrimônio para a terceira mulher, a empresária Márcia Aoki. Ela ficará com o principal imóvel, a mansão da Praia de Pernambuco, no Guarujá, litoral paulista.

Os demais beneficiados indicados foram os seis filhos biológicos: Edinho (que é o inventariante), Kely, Jeniffer, Flávia, Joshua e Celeste.

Dois netos, Octávio e Gabriel, descendentes da filha reconhecida Sandra Regina, morta em 2006, também receberão uma parte.

A filha afetiva, Gemima, da união de Pelé com a segunda mulher, Assíria, conseguiu na Justiça o direito à herança, com o apoio dos irmãos.

Amigo do ‘eterno Camisa 10’ da Seleção Brasileira, José Fornos Rodrigues, o Pepito, foi nomeado testamenteiro e terá acesso a uma parcela.

Uma ausência no testamento chamou a atenção: nada foi destinado para a mãe de Pelé, dona Celeste, hoje com 101 anos. Ela vive sob os cuidados da filha, Maria Lúcia.

O patrimônio de Edson Arantes do Nascimento foi avaliado entre R$ 50 milhões e R$ 100 milhões. Sabe-se que algumas dívidas serão descontadas antes da partilha.

A imagem de Pelé continua valiosa. Uma foto dele, ainda jovem, faz parte de uma campanha publicitária da revista ‘Paris Match’, lançada em abril.

Um amigo da coluna fotografou o anúncio em comemoração aos 75 anos da publicação na traseira de um ônibus em Paris. Na montagem, o tricampeão mundial aparece folheando uma edição com o atacante francês Mbappé na capa.

Pelé aparece em anúncio da revista ‘Paris Match’ em ônibus na capital francesa Foto: Reprodução

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