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Moradores de rua tomam conta do Centro e MP culpa poder público

FOTO - REPRODUÇÃO TV GAZETA
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Reportagem exibida no Gazeta Alerta nesta quinta-feira, 9, pelo jornalista Adailson Oliveira, na Record, mostra a escuridão nas praças e prédios públicos no centro de Rio Branco. A situação tem propiciado aos moradores que vivem em situação de rua o cenário ideal para a invasão dessas áreas.

Grande parte deles, são consumidores de algum tipo de substância entorpecente, que vai do álcool a outras drogas.

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Na calada da noite, é comum ver uma parcela destas pessoas buscando descanso em bancos, comércios, calçadas e até na frente da própria Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). O ciclo para quem vive em situação de rua sempre se repete, a necessidade de sobrevivência aliado ao desejo de manter o vício.

Em Rio Branco, o responsável por garantir o acompanhamento e o referenciamento dessas pessoas, é o Centro de Referência Especializado para Pessoas em Situação de Rua (Centro POP), que é administrado pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH).

Entre os atendimentos realizados pelo Centro estão a assistência social, busca ativa, abordagem, encaminhamento às Casas de Apoio, rodas de conversa, doação de roupas e higiene pessoal, ambulatório e alimentação. O local também disponibiliza café da manhã, das 07h às 08h, almoço, das 11h às 12h e lanche da tarde, às 15h.

A promotoria de defesa dos direitos humanos acusa o poder público de deixar ainda pior a vida de quem vive nas ruas. O governo e a Prefeitura da capital não têm políticas públicas para esse tipo de situação. Atualmente o município mantém duas casas de acolhimento, mas elas não atuam como deveriam. O caso mais grave é da casa de passagem Rhuama, no bairro Castelo Branco. A Prefeitura repassa 14 mil reais por mês, mais dinheiro da energia e da comida para o abrigo manter durante a noite 10 pessoas em dois quartos.

O diretor de Assistência Social da Prefeitura, Ivan Ferreira, disse não ter conhecimento dos problemas e nem das denúncias sobre as casas de albergues, e só depois que os fatos chegarem à Secretaria as devidas providências serão tomadas.

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